De há uns anos para cá temos vindo a assistir a um movimento de promoção e adesão à meditação, cujos ecos nos chegam através de partilhas ou de anúncios nas nossas ruas ou nas redes sociais. São modelos de meditação inspirados, na sua maioria, em práticas budistas ou hindus. A adesão é considerável, sobretudo entre as camadas mais jovens. Procura-se na meditação uma forma de fugir ao activismo e ao stress do dia-a-dia que, sobretudo no Ocidente, vai consumindo as nossas vidas, e também um meio de encontro consigo próprio. Fomos buscar este instrumento ao Oriente como se, mais uma vez, “do Oriente nos viesse a salvação”…





