AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de João Paulo Costa
Se nítido e preciso é o vazio, “We Pray” mesmo “Si no Estás”!

Se nítido e preciso é o vazio, “We Pray” mesmo “Si no Estás”!

A mais recente iniciativa de Chris Martin, vocalista da banda pop-rock Coldplay, é um gesto poderosíssimo em favor da oração pela nossa humanidade, pelo que há de humano em nós. Recentemente também Iñigo Quintero, um jovem músico de 22 anos da Corunha, atingiu os tops com um tema que é sobre a sua busca pessoal de Deus…

Do “Deus selvagem” de Nick Cave!

Teólogo-poeta

Do “Deus selvagem” de Nick Cave!

Se há um artista teólogo ou filósofo, no sentido místico-poético de uma experiência carnalmente vivida do sublime, esse nome é Nick Cave, que, com a sua música, estética e linguagem, procura os rastos do eterno no efémero e a transcendência da nossa finitude e o sublime da nossa encarnação. [Texto de João Paulo Costa]

Bastará a gentileza contra a barbarização do pensamento?

Bastará a gentileza contra a barbarização do pensamento?

A consciência literária de uma crise agudizada da nossa civilização, de um mal-estar indesmentível, cujas causas são múltiplas e os sintomas já quase irremediáveis, evidencia a existência de uma barbarização do pensamento, de um estado generalizado de crise espiritual.

A Arte como Habitação do Silêncio: A obra pictórica de Mário Rocha

Arte na Leira

A Arte como Habitação do Silêncio: A obra pictórica de Mário Rocha

Vem o texto a propósito da mais recente mostra Arte na Leira, que ocorreu este ano entre 20 de Julho e 18 de Agosto, organizada e dinamizada pelo pintor vianense Mário Rocha, a qual se realiza ininterruptamente desde 1999. Após anos de estadia na cidade do Porto, onde frequentou a Escola Artística Soares dos Reis, dedicando-se à pintura desde 1968, o artista natural de Perre montou recentemente tenda na belíssima serra Arga de Baixo, na Casa do Marco, em Caminha, onde se realiza anualmente a Arte na Leira.

Visões da vida e da morte

A morte espelho da vida

Visões da vida e da morte

Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

Deus, flauta da nossa obscuridade?

Ensaio

Deus, flauta da nossa obscuridade?

«Deus está vivo ou Deus está morto. E não vos extravieis pelo que de superficial, mecânico, sugeridor de um certo cheiro a cera e a santos óleos podereis descobrir nesta questão. Porque para lá de todos esses aspectos anedóticos e ridículos há um problema de radicalidade, de justificação basilar do próprio destino do homem.»

Uma estranha serenidade…

Uma estranha serenidade…

Talvez o leitor já tenha tido a estranha sensação de conversar com um monge e sair dessa conversação cheio de interrogações, mas também de entrar em si com o sentimento de uma estranha serenidade. Uma sensação enigmática que nos desloca da nossa condição habitual e doméstica, para um outro nível de relação com os demais, uma outra maneira de habitar o mundo e de nos sentirmos a nós próprios. [Texto de João Paulo Costa a propósito do filme de Wim Wenders Perfect Days]

Se nítido e preciso é o vazio, “We Pray” mesmo “Si no Estás”!

Se nítido e preciso é o vazio, “We Pray” mesmo “Si no Estás”!

A mais recente iniciativa de Chris Martin, vocalista da banda pop-rock Coldplay, é um gesto poderosíssimo em favor da oração pela nossa humanidade, pelo que há de humano em nós. Recentemente também Iñigo Quintero, um jovem músico de 22 anos da Corunha, atingiu os tops com um tema que é sobre a sua busca pessoal de Deus…

Do “Deus selvagem” de Nick Cave!

Teólogo-poeta

Do “Deus selvagem” de Nick Cave!

Se há um artista teólogo ou filósofo, no sentido místico-poético de uma experiência carnalmente vivida do sublime, esse nome é Nick Cave, que, com a sua música, estética e linguagem, procura os rastos do eterno no efémero e a transcendência da nossa finitude e o sublime da nossa encarnação. [Texto de João Paulo Costa]

Bastará a gentileza contra a barbarização do pensamento?

Bastará a gentileza contra a barbarização do pensamento?

A consciência literária de uma crise agudizada da nossa civilização, de um mal-estar indesmentível, cujas causas são múltiplas e os sintomas já quase irremediáveis, evidencia a existência de uma barbarização do pensamento, de um estado generalizado de crise espiritual.

A Arte como Habitação do Silêncio: A obra pictórica de Mário Rocha

Arte na Leira

A Arte como Habitação do Silêncio: A obra pictórica de Mário Rocha

Vem o texto a propósito da mais recente mostra Arte na Leira, que ocorreu este ano entre 20 de Julho e 18 de Agosto, organizada e dinamizada pelo pintor vianense Mário Rocha, a qual se realiza ininterruptamente desde 1999. Após anos de estadia na cidade do Porto, onde frequentou a Escola Artística Soares dos Reis, dedicando-se à pintura desde 1968, o artista natural de Perre montou recentemente tenda na belíssima serra Arga de Baixo, na Casa do Marco, em Caminha, onde se realiza anualmente a Arte na Leira.

Visões da vida e da morte

A morte espelho da vida

Visões da vida e da morte

Onde há hoje a angústia da perda levanta-se possivelmente uma árvore. Mas que árvores de vida plantadas são essas que poderão abrigar ou atenuar a nossa definitiva tormenta? O tempo da morte, da minha e da tua, é certamente um Sábado pascal, o tempo do silêncio, a angústia de uma ausência que se planta no terceiro dia, dia de florescimento e de travessia. [Texto do Padre João Paulo Costa]

Deus, flauta da nossa obscuridade?

Ensaio

Deus, flauta da nossa obscuridade?

«Deus está vivo ou Deus está morto. E não vos extravieis pelo que de superficial, mecânico, sugeridor de um certo cheiro a cera e a santos óleos podereis descobrir nesta questão. Porque para lá de todos esses aspectos anedóticos e ridículos há um problema de radicalidade, de justificação basilar do próprio destino do homem.»

Uma estranha serenidade…

Uma estranha serenidade…

Talvez o leitor já tenha tido a estranha sensação de conversar com um monge e sair dessa conversação cheio de interrogações, mas também de entrar em si com o sentimento de uma estranha serenidade. Uma sensação enigmática que nos desloca da nossa condição habitual e doméstica, para um outro nível de relação com os demais, uma outra maneira de habitar o mundo e de nos sentirmos a nós próprios. [Texto de João Paulo Costa a propósito do filme de Wim Wenders Perfect Days]

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Quando o Santo leu o “Herege”: Padre Américo, leitor de Guerra Junqueiro

Literatura

Quando o Santo leu o “Herege”: Padre Américo, leitor de Guerra Junqueiro novidade

Nesta terça-feira, 15 de Setembro, passam 176 anos sobre o nascimento de Guerra Junqueiro. Não deixa de ser curioso assinalar a data lembrando uma carta escrita, há pouco mais de um século, por um jovem seminarista que ainda não era Padre Américo e que, entre tantas leituras possíveis, recomendava precisamente Junqueiro. [Texto de Henrique Manuel Pereira].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest