Sentado no meu quarto, onde se avista a luz do sol a brilhar no verde intenso dos Açores, neste primeiro dia de Primavera, sinto um nó na garganta, um lento murro no estômago, ao aperceber-me, com uma viva sensação de impotência, que não vou poder celebrar a sagrada Eucaristia dominical ao meu Povo.






