Conheci o presbítero Arlindo numa celebração da Vigília Pascal. Fui com um amigo que me convidou. Tinha 18 anos e fiquei fascinada com a intensidade celebrativa da comunidade da Serra do Pilar e a beleza derramada em luz e canto. Integrei essa comunidade e lá permaneci por longos anos. Com o Arlindo aprendi a viver a graça de cada momento, a alegria na simplicidade, partilha e acolhimento mútuo. Aprendi a aprofundar as razões da minha fé e a questionar as “verdades” estabelecidas.






