Madalena Matoso

Diários de quarentena (16): Labirinto sem saída

Diários de quarentena (16): Labirinto sem saída   Deixei de rezar. Nas paredes rabiscadas de obscenidades nenhum santo me escuta. Deus vive só e eu sou o único que toca a sua infinita lágrima. Deixei de rezar. Deus está numa outra prisão. [Mia Couto in Versos do Prisioneiro (1)]   Por estes dias em que se começam a ouvir algumas queixas...