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Artigos de Helena Araújo, Berlim
Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

Lídia e a frase do santinho que resume a sua vida na Alemanha

7Partidas

Lídia e a frase do santinho que resume a sua vida na Alemanha

Lídia nasceu perto de Lisboa, numa família de classe média, foi educada num colégio de freiras, depois de concluir o ensino secundário andou em institutos a aprender línguas (inglês, francês, italiano) e, depois, teve o azar de se apaixonar por um rapaz de quem os seus pais não gostavam. [Texto de Helena Araújo, Berlim].

O que é preciso é ter saúdinha…

Sete Partidas

O que é preciso é ter saúdinha…

Ontem de manhã fui à ginecologista para uma consulta de rotina. O consultório tem um ambiente muito cuidado, com móveis caros e obras de arte nas paredes, mas as assistentes irritam-me sempre, porque atendem as pessoas de forma mecânica, antipática e arrogante, dão ordens secas, não fazem um único sorriso. [Texto de Helena Araújo, Berlim].

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Sete Partidas

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Tinham pensado vir por cinco anos, e regressar depois a Portugal. Ao fim desse período ainda não tinham conseguido pagar os móveis que estavam em Portugal, não tinham conseguido ganhar o dinheiro necessário para regressar à pátria com desafogo. “Ou vamos agora, ou ficamos para sempre”, disseram – e ficaram. [Crónica de Helena Araújo, em Berlim]

Harmonia polifónica germano-turca em Berlim

Sete Partidas

Harmonia polifónica germano-turca em Berlim

Há duas semanas, houve em Berlim um concerto de enorme importância simbólica: HeimatDIALOG. Um projecto conjunto do meu coro Bancanta e do coro do Conservatório de Música Turca, de Berlin-Kreuzberg, combinando músicas da cultura ocidental e da cultura turca. [Texto de Helena Araújo].’

Não há milagres

Não há milagres

Sobre “a esquerda que não faz nada pelas pessoas”, lembram-se de quando a Geringonça entrou em campo, e se ouviu um enorme suspiro de alívio em todo o país? Pode ser percepção minha, mas tenho ideia de que, repentinamente, já não era preciso ultrapassar a troika pela direita. [Texto de Helena Araújo, Berlim]

Purgatório: quando os mortos continuam a precisar de nós

Purgatório: quando os mortos continuam a precisar de nós

Este texto, publicado originalmente no blogue Dois Dedos de Conversa, de que Helena Araújo é autora, insere-se num projecto de escrita de um grupo de antigas autoras de blogues, que todas as semanas escrevem sobre um tema. [Texto de Helena Araújo].

Vinte e cinco anos depois

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Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

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Lídia nasceu perto de Lisboa, numa família de classe média, foi educada num colégio de freiras, depois de concluir o ensino secundário andou em institutos a aprender línguas (inglês, francês, italiano) e, depois, teve o azar de se apaixonar por um rapaz de quem os seus pais não gostavam. [Texto de Helena Araújo, Berlim].

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Ontem de manhã fui à ginecologista para uma consulta de rotina. O consultório tem um ambiente muito cuidado, com móveis caros e obras de arte nas paredes, mas as assistentes irritam-me sempre, porque atendem as pessoas de forma mecânica, antipática e arrogante, dão ordens secas, não fazem um único sorriso. [Texto de Helena Araújo, Berlim].

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

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Tinham pensado vir por cinco anos, e regressar depois a Portugal. Ao fim desse período ainda não tinham conseguido pagar os móveis que estavam em Portugal, não tinham conseguido ganhar o dinheiro necessário para regressar à pátria com desafogo. “Ou vamos agora, ou ficamos para sempre”, disseram – e ficaram. [Crónica de Helena Araújo, em Berlim]

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Há duas semanas, houve em Berlim um concerto de enorme importância simbólica: HeimatDIALOG. Um projecto conjunto do meu coro Bancanta e do coro do Conservatório de Música Turca, de Berlin-Kreuzberg, combinando músicas da cultura ocidental e da cultura turca. [Texto de Helena Araújo].’

Não há milagres

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Sobre “a esquerda que não faz nada pelas pessoas”, lembram-se de quando a Geringonça entrou em campo, e se ouviu um enorme suspiro de alívio em todo o país? Pode ser percepção minha, mas tenho ideia de que, repentinamente, já não era preciso ultrapassar a troika pela direita. [Texto de Helena Araújo, Berlim]

Purgatório: quando os mortos continuam a precisar de nós

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Este texto, publicado originalmente no blogue Dois Dedos de Conversa, de que Helena Araújo é autora, insere-se num projecto de escrita de um grupo de antigas autoras de blogues, que todas as semanas escrevem sobre um tema. [Texto de Helena Araújo].

Últimas Notícias

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“Faz o que o teu coração manda”

[Lugar (in)comum]

“Faz o que o teu coração manda” novidade

“Faz o que o teu coração manda”. Oferecida ou vendida através do cinema, da literatura, da autoajuda e dos gurus das redes sociais, a expressão promete liberdade. No entanto, pela irresponsabilidade que traz em si, atrevo-me a dizer que pode ser uma das expressões mais infantis e inconsequentes da cultura contemporânea. [Texto de Júlia Costa]

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