Tive ocasião, em tempos, de visitar a missão de S. João Batista de Marrere, em Nampula. Éramos um grupo de cinco pessoas que, à descoberta de Moçambique, pretendia apoiar alguns projetos que das formas mais diversas contribuíam para melhorar as condições de vida de milhares de pessoas. O nosso destino era a Ilha de Moçambique, primeira capital do país, com paragem obrigatória na missão de Marrere. [Texto de Manuela Ludovino].





