Imagine um país que, ao entrar na Comunidade Económica Europeia em 1986, teve de redesenhar o seu próprio território para Bruxelas perceber que não estava preso a regiões definidas 150 anos antes. Os velhos distritos de 1836 (+Setúbal) não serviam; era necessário um mapa funcional, vivo, que refletisse onde as pessoas realmente vivem, trabalham e produzem. [Texto de Mendo Castro Henriques].











