Roubo o título para este texto ao poema de Ruy Belo e a um livro de memórias de João Bénard da Costa, que nos tumultuosos anos 1960 perderam a fé ou apenas a esperança, vencidos por uma Igreja velha, autoritária. Deixaram de lutar, perderam-se na luta da fé. Talvez como eu, sim, nestes tempos mais recentes. — a opinião de Miguel Marujo












