Era uma igreja bonita e simples, como são as pequenas igrejas rurais. Um adro pequeno, algumas árvores e casas em volta. Os bancos estavam demasiado próximos, indicando a tentativa de aproveitar bem o espaço – afinal, estamos no Minho e o mês de julho é, tradicionalmente, de casamentos. Na sua maioria, ainda são na igreja, o noivo esperando nervoso à porta, a noiva de branco conduzida ao altar pelo pai.





