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Artigos de Paulo Bateira
Jesus e a Alegria do Amor

Jesus e a Alegria do Amor

O Concílio Vaticano II constituiu uma oportunidade para que alguns cristãos pudessem exprimir abertamente aquilo em que já acreditavam, mas que viviam como que em estado de tensão interior ou até com uma contradição traumática de difícil gestão. Cinquenta anos depois, há uma questão que continua a ser sentida e vivida como se não se tivessem passado já cinquenta anos: trata-se da rotura do matrimónio (entre leigos entretanto recasados) e da forma como isso é encarado pelos responsáveis da Igreja Católica.

Jesus e a Alegria do Amor

Duas interrogações eclesiológicas

Aqueles que, em 1975, receberam a exortação apostólica
Evangelii Nuntiandi (O anúncio do Evangelho), do Papa Paulo VI, não deixaram de ler – na referência que o texto fazia às Comunidades Eclesiais de Base (as CEB’s “tornar-se-ão sem tardar anunciadoras do Evangelho”, nº 58) – o reconhecimento por parte da Cúria Romana da necessidade de renovar o modelo organizativo eclesial.

Jesus e a Alegria do Amor

“Isso é lá entre eles…”

Dias depois do encontro em Roma – oficial e tristemente destinado a abordar APENAS a questão dos “menores abusados” –, creio que ainda é isso o que a alta hierarquia (bispos e cardeais) ainda pensa: “Isto não passa de um ajuste de contas entre lobos”, “isto é lá com eles”. Outros murmurarão, tendo Francisco em mente: “Meteu-se nelas, agora que se salve!”

Jesus e a Alegria do Amor

Jesus e a Alegria do Amor

O Concílio Vaticano II constituiu uma oportunidade para que alguns cristãos pudessem exprimir abertamente aquilo em que já acreditavam, mas que viviam como que em estado de tensão interior ou até com uma contradição traumática de difícil gestão. Cinquenta anos depois, há uma questão que continua a ser sentida e vivida como se não se tivessem passado já cinquenta anos: trata-se da rotura do matrimónio (entre leigos entretanto recasados) e da forma como isso é encarado pelos responsáveis da Igreja Católica.

Jesus e a Alegria do Amor

Duas interrogações eclesiológicas

Aqueles que, em 1975, receberam a exortação apostólica
Evangelii Nuntiandi (O anúncio do Evangelho), do Papa Paulo VI, não deixaram de ler – na referência que o texto fazia às Comunidades Eclesiais de Base (as CEB’s “tornar-se-ão sem tardar anunciadoras do Evangelho”, nº 58) – o reconhecimento por parte da Cúria Romana da necessidade de renovar o modelo organizativo eclesial.

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“Isso é lá entre eles…”

Dias depois do encontro em Roma – oficial e tristemente destinado a abordar APENAS a questão dos “menores abusados” –, creio que ainda é isso o que a alta hierarquia (bispos e cardeais) ainda pensa: “Isto não passa de um ajuste de contas entre lobos”, “isto é lá com eles”. Outros murmurarão, tendo Francisco em mente: “Meteu-se nelas, agora que se salve!”

Últimas Notícias

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Entre a linguagem do púlpito e a ‘voz’ da sacristia

Imprensa católica no PREC

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A comunicação social originou os maiores confrontos, durante e após o PREC, entre a hierarquia da Igreja Católica e vários Governos. Mas nem sempre por causa dos jornais diocesanos e dos boletins paroquiais que foram a sua voz mais dileta – sustentou o jornalista e investigador Alexandre Manuel na sua intervenção no colóquio Liberdade de imprensa: revolução e democracia em Portugal, organizado pelo Centro de Estudos de História Religiosa em parceria com o 7MARGENS.

Missão aMar em Porto Belo: agindo Deus, quem impedirá?

[Testemunho]

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Ultrapassando os receios e as dificuldades logísticas e financeiras, fomos preparando a missão e finalmente pudemos partir para o Brasil no dia 24 agosto, para continuar a servir e a pescar. Sim, em certo sentido, também somos “pescadores de homens” como o nosso patrono São Pedro, e fomos impelidos pela urgência do apelo de Jesus “vai e reconstrói a Minha Igreja”, dirigido a São Francisco de Assis e a todos nós, que somos a Igreja. [Testemunho do padre Tiago Fonseca]

Que propósito último, enquanto Humanidade, devemos perseguir?

[Entre Margens]

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Sem prejuízo dos propósitos particulares que, em liberdade, cada ser humano tem direito a perseguir, julgo que há propósitos comuns que têm a ver, desde logo, com a preservação dessa mesma liberdade. Se há um ou mais propósitos comuns à espécie, eles têm a ver, precisamente, com aquilo que torna a vida do ser humano, não apenas possível, mas significativa e com sentido. [Texto de Rúben Azevedo].

Abusos sexuais são “problema sistémico”; não o reconhecer é um retrocesso

Bispo alemão discorda do Papa

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O bispo alemão Georg Bätzig, que foi até há poucos meses presidente da Conferência dos Bispos Alemães, considera “inadequada e, pelas suas potenciais consequências, altamente problemática” a afirmação recente do Papa Leão XIV de que o abuso sexual na Igreja Católica “é primordialmente um problema humano” e não “um problema sistémico”, relacionado com o clericalismo. [Texto de Manuel Pinto].

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