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Artigos de José Centeio
Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

Celebra-se o Dia do Trabalhador em plena discussão do chamado “Pacote Laboral” e nas vésperas deste dar entrada na Assembleia da República. A história desta discussão iniciada em junho de 2025 é reveladora, por um lado, dos políticos pensarem que grandes reformas se podem fazer à margem da sociedade, mas, por outro, mostra também uma incapacidade de leitura e reflexão, bem como de perceber o tempo que vivemos.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

O momento de dizer “não” ao populismo e aos perigos da IA

“O que apelidamos hoje de populismo parece crescer gravemente, nomeadamente na captura e transformação das várias instituições pilares das democracias liberais. Quanto aos efeitos, começamos a senti-los e, se nos distrairmos e acomodarmos, muitos deles serão dificilmente reversíveis.”

A voz de uma menina: pedido de socorro de um povo

Cinema

A voz de uma menina: pedido de socorro de um povo

Oito minutos é o tempo que separa uma ambulância de um carro onde uma menina de apenas seis anos, rodeada pelos cadáveres da sua família, pede socorro. Uma situação que, apesar de dramática, parece controlável, pensará quem começou a ler. O problema é que a situação se passa no norte de Gaza, onde o tempo parece dilatar-se por efeito das bombas. [Texto de José Centeio].

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

Estaremos condenados a não aprender?

Sempre que nos acontece algo trágico ganham visibilidade as nossas fragilidades enquanto país e salta à vista a impreparação, falta de competência e até falta de empatia e bom senso de quem era suposto não ostentar tais lacunas. Se já é problemático o reconhecimento de tais fragilidades, ostentá-las é uma agressão ao sofrimento das vítimas da tragédia.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

À Margem

“Quem casa quer casa”

A crise da habitação é hoje um dos maiores fatores de desigualdade e um veículo rápido em direção à condição de pobreza, por vezes absoluta, de onde é mais difícil sair. Aos que não conseguem encontrar casa ao nível do seu rendimento, juntam-se os imigrantes e aqueles que foram despejados das suas casas por não poderem suportar a renda aquando da renovação de contrato.

Protagonistas desconhecidos de um país invisível

[Mãos à Obra]

Protagonistas desconhecidos de um país invisível

Quem vive na cidade, sobretudo nas grandes metrópoles, tem muitas vezes a ideia de que no resto do país nada se passa. Verdade que as notícias são raras remetendo esses territórios para uma invisibilidade e silêncio apenas quebrados por um ou outro evento que, entretanto, surge. [Texto José Centeio].

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

À Margem

Os ventos que sopraram da América Latina

A propósito dos dez anos da Laudato Si’ fui, na passada segunda-feira, 27 de outubro, assistir na Universidade Católica de Lisboa a uma conferência de Elena Lasida e Austen Ivereigh. Confesso que sou, desde há alguns anos, um dos seguidores, mais ou menos atento, de Elena Lasida. Quanto a Austen Ivereigh tornei-me um dos seus leitores durante o pontificado de Francisco.

Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

Celebra-se o Dia do Trabalhador em plena discussão do chamado “Pacote Laboral” e nas vésperas deste dar entrada na Assembleia da República. A história desta discussão iniciada em junho de 2025 é reveladora, por um lado, dos políticos pensarem que grandes reformas se podem fazer à margem da sociedade, mas, por outro, mostra também uma incapacidade de leitura e reflexão, bem como de perceber o tempo que vivemos.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

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A voz de uma menina: pedido de socorro de um povo

Cinema

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Oito minutos é o tempo que separa uma ambulância de um carro onde uma menina de apenas seis anos, rodeada pelos cadáveres da sua família, pede socorro. Uma situação que, apesar de dramática, parece controlável, pensará quem começou a ler. O problema é que a situação se passa no norte de Gaza, onde o tempo parece dilatar-se por efeito das bombas. [Texto de José Centeio].

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[À Margem]

Estaremos condenados a não aprender?

Sempre que nos acontece algo trágico ganham visibilidade as nossas fragilidades enquanto país e salta à vista a impreparação, falta de competência e até falta de empatia e bom senso de quem era suposto não ostentar tais lacunas. Se já é problemático o reconhecimento de tais fragilidades, ostentá-las é uma agressão ao sofrimento das vítimas da tragédia.

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

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A crise da habitação é hoje um dos maiores fatores de desigualdade e um veículo rápido em direção à condição de pobreza, por vezes absoluta, de onde é mais difícil sair. Aos que não conseguem encontrar casa ao nível do seu rendimento, juntam-se os imigrantes e aqueles que foram despejados das suas casas por não poderem suportar a renda aquando da renovação de contrato.

Protagonistas desconhecidos de um país invisível

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Quem vive na cidade, sobretudo nas grandes metrópoles, tem muitas vezes a ideia de que no resto do país nada se passa. Verdade que as notícias são raras remetendo esses territórios para uma invisibilidade e silêncio apenas quebrados por um ou outro evento que, entretanto, surge. [Texto José Centeio].

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Os ventos que sopraram da América Latina

A propósito dos dez anos da Laudato Si’ fui, na passada segunda-feira, 27 de outubro, assistir na Universidade Católica de Lisboa a uma conferência de Elena Lasida e Austen Ivereigh. Confesso que sou, desde há alguns anos, um dos seguidores, mais ou menos atento, de Elena Lasida. Quanto a Austen Ivereigh tornei-me um dos seus leitores durante o pontificado de Francisco.

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