Antes de abrirmos as terrinas, antes de virarmos as bocas dos pratos para o tecto, antes de baralharmos as facas e os garfos, a minha avó obrigava-nos a fechar os olhos e orar. A minha avó deixava a porta semiaberta durante a oração; depois do ámen encostava a porta. Cristo era tão humilde em nossa casa, entrava do pequeno espaço que a minha avó deixava entre o aro e a porta.






