Novembro, 9 de novembro, é a data de comemoração da queda do Muro de Berlim. Este ano, passam trinta e cinco anos sobre um acontecimento histórico que mudou a vida de milhões de cidadãos.
9 de novembro de 1989
Queda do Muro de Berlim foi há 35 anos: fazer cair murosNovembro, 9 de novembro, é a data de comemoração da queda do Muro de Berlim. Este ano, passam trinta e cinco anos sobre um acontecimento histórico que mudou a vida de milhões de cidadãos.
Livro com nova tradução
“O Elogio da Loucura”, de Erasmo de Roterdão, e a EuropaDia 9 de Junho, temos eleições europeias: a percentagem de votos costuma ser de uma irrelevância angustiante. Há vozes ditas “anti-sistema” que criticam tudo e todos, numa vertigem corrosiva. O que tem tudo isto a ver com Erasmo e com o Elogio da Loucura? Tem tudo a ver. É que Erasmo não faz a sua crítica a partir do nada.
Tinha 12 anos quando aconteceu o 25 de Abril de 1974. O meu irmão mais velho estava na recruta, a “preparar-se” para ir para a guerra. Se o 25 de Abril não tivesse acontecido e se lhe “corresse tudo bem” na guerra, quando ele voltasse, seria a vez do outro meu irmão. Era o destino dos rapazes quando terminavam o liceu. Ir para a tropa, era ir para a guerra. Com a preocupação, o meu pai teve um ataque cardíaco. [Texto Teresa Toldy]
O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu, no passado dia 28 de novembro (ver 7MARGENS), que a administração pública de um país pode proibir os seus funcionários de usarem visivelmente qualquer sinal que revele crenças filosóficas ou religiosas, a fim de criar um “ambiente administrativo neutro”. Devo dizer que esta formulação me deixa perplexa e bastante preocupada. É óbvio que todos sabemos que a Europa se construiu sobre ruínas de guerras da religião. (Teresa Toldy)
Igreja Católica – que caminhos de futuro? (Debate – 4)
Uma profunda compaixão pelas vítimasNesta quarta resposta, Teresa Toldy, professora universitária, sugere que a Igreja deve tomar partido pelas vítimas, tal como Jesus fez; e que o sínodo convocado pelo Papa é uma oportunidade para colocar toda a Igreja a enfrentar o problema dos abusos.
Jesus, que dizia de si próprio “não ter uma pedra onde assentar a cabeça”, rodeou-se de um grupo de discípulas e discípulos que o seguiam. Retiravam-se para a oração com frequência, mas viviam no mundo: eram pescadores, muitos deveriam ser agricultores, se tivermos em conta o tipo de simbologia utilizada por Jesus nas suas parábolas. Jesus falava de Deus a partir da linguagem comum do seu tempo e a partir das vivências daqueles que O ouviam. (Opinião de Teresa Toldy)
Como é sabido, o berço da expressão “ideologia de género” encontra-se na documentação do Vaticano. Por diversos motivos, não sendo os de menor importância uma reação a documentos e diretivas das Nações Unidas, da União Europeia e de diversos países relativas aos direitos das mulheres (nomeadamente, no que diz respeito aos direitos reprodutivos e à igualdade de oportunidades) e, mais recentemente, no que diz respeito aos direitos de pessoas LGBTQ (nomeadamente, casamento entre pessoas do mesmo sexo e adopção por casais do mesmo sexo).
O abuso é crime público, sim, mas as palavras de Jesus não são menos duras do que as penas legais.
9 de novembro de 1989
Queda do Muro de Berlim foi há 35 anos: fazer cair murosNovembro, 9 de novembro, é a data de comemoração da queda do Muro de Berlim. Este ano, passam trinta e cinco anos sobre um acontecimento histórico que mudou a vida de milhões de cidadãos.
Livro com nova tradução
“O Elogio da Loucura”, de Erasmo de Roterdão, e a EuropaDia 9 de Junho, temos eleições europeias: a percentagem de votos costuma ser de uma irrelevância angustiante. Há vozes ditas “anti-sistema” que criticam tudo e todos, numa vertigem corrosiva. O que tem tudo isto a ver com Erasmo e com o Elogio da Loucura? Tem tudo a ver. É que Erasmo não faz a sua crítica a partir do nada.
Tinha 12 anos quando aconteceu o 25 de Abril de 1974. O meu irmão mais velho estava na recruta, a “preparar-se” para ir para a guerra. Se o 25 de Abril não tivesse acontecido e se lhe “corresse tudo bem” na guerra, quando ele voltasse, seria a vez do outro meu irmão. Era o destino dos rapazes quando terminavam o liceu. Ir para a tropa, era ir para a guerra. Com a preocupação, o meu pai teve um ataque cardíaco. [Texto Teresa Toldy]
O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu, no passado dia 28 de novembro (ver 7MARGENS), que a administração pública de um país pode proibir os seus funcionários de usarem visivelmente qualquer sinal que revele crenças filosóficas ou religiosas, a fim de criar um “ambiente administrativo neutro”. Devo dizer que esta formulação me deixa perplexa e bastante preocupada. É óbvio que todos sabemos que a Europa se construiu sobre ruínas de guerras da religião. (Teresa Toldy)
Igreja Católica – que caminhos de futuro? (Debate – 4)
Uma profunda compaixão pelas vítimasNesta quarta resposta, Teresa Toldy, professora universitária, sugere que a Igreja deve tomar partido pelas vítimas, tal como Jesus fez; e que o sínodo convocado pelo Papa é uma oportunidade para colocar toda a Igreja a enfrentar o problema dos abusos.
Jesus, que dizia de si próprio “não ter uma pedra onde assentar a cabeça”, rodeou-se de um grupo de discípulas e discípulos que o seguiam. Retiravam-se para a oração com frequência, mas viviam no mundo: eram pescadores, muitos deveriam ser agricultores, se tivermos em conta o tipo de simbologia utilizada por Jesus nas suas parábolas. Jesus falava de Deus a partir da linguagem comum do seu tempo e a partir das vivências daqueles que O ouviam. (Opinião de Teresa Toldy)
Como é sabido, o berço da expressão “ideologia de género” encontra-se na documentação do Vaticano. Por diversos motivos, não sendo os de menor importância uma reação a documentos e diretivas das Nações Unidas, da União Europeia e de diversos países relativas aos direitos das mulheres (nomeadamente, no que diz respeito aos direitos reprodutivos e à igualdade de oportunidades) e, mais recentemente, no que diz respeito aos direitos de pessoas LGBTQ (nomeadamente, casamento entre pessoas do mesmo sexo e adopção por casais do mesmo sexo).
O abuso é crime público, sim, mas as palavras de Jesus não são menos duras do que as penas legais.
Assembleia em Glasgow
Justiça e Paz Europa: “A segurança não assenta na ameaça de destruição, mas na justiça” novidadeAs Comissões Justiça e Paz europeias querem que a segurança deixe de ser pensada a partir da ameaça de destruição nuclear e passe a assentar na justiça, na dignidade humana e no bem comum. A posição é assumida na declaração final da Assembleia Geral da Justiça e Paz...
[Entre o quadro e o mundo (30)]
A democracia também se aprende na escola, mas estará a ser ensinada? novidadeA democracia não começa quando se entra numa assembleia de voto. Começa muito antes: quando se espera pela vez de falar, se escuta uma opinião diferente, se aceita uma regra que também se aplica a nós ou se perde uma votação sem deixar de fazer parte da comunidade.
[Entre Margens]
Estafetas no fio da navalha novidadeHá uma situação que, para mim, começa a ser difícil de explicar sem recorrer à ironia: centenas de estafetas têm conseguido, nos tribunais portugueses, o reconhecimento do seu vínculo laboral com as plataformas digitais. Ou seja, a Justiça diz, em determinadas decisões, que ali existe uma relação de trabalho. [Texto de Marcel Borges, presidente da Associação dos Imigrantes e Trabalhadores por Aplicação]
Texto integral
Apelo de Metz: Não há paz duradoura sem o outro, nem contra elePela sua relevância, publicamos abaixo o texto integral do Apelo de Metz, declaração assinada por diversos líderes religiosos franceses, por ocasião da visita do Papa Leão XIV.
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