Chamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular]
“h” de helena e de horaChamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
[Crónica da Europa]
A sexta-feira-santa dos Capitães de AbrilEntre 1971 e 1973, Salgueiro Maia comandou a Companhia de Cavalaria 3420, na Guiné e assinava no jornal de caserna. Como escreve no n.º 26: “Vem isto a propósito da palavra cidadão; é minha intenção ao escrever estas palavras, contribuir para que ela seja vivida na plenitude, isto é, que cada um de nós seja um verdadeiro cidadão no cumprimento dos deveres e na vivência dos direitos”.
[Dicionário particular]
“g” de gordo: uma palavra com excesso de pesoÉ preciso normalizar a palavra gordo, é preciso que os gordos voltem a poder ser gordos porque o que é certo é cada um ser como é: gordo ou magro, alto ou baixo, mais ou menos inteligente, tudo é válido. [Texto de Júlia Costa].
[Moçambique, Margem Sul]
Esguelhas da alma: o outro lado da vidaLi “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]
[Crónica da Europa]
Será possível fazer outro boneco? (2)Entram Trump e sequazes e instalaram a insensatez. O trumpismo é um Super-Brexit em que a América corta com o mundo e quer uma nova ordem política já anunciado em 2016 e mesmo desde o Tea Party. É um movimento de direita radical que consegue a fusão entre a “fuga adiante” rumo à globalização de sinal menos e a “fuga para trás”, para as fronteiras estatais, ao mesmo tempo que alimenta o negacionismo climático e promove a singularidade digital. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Dicionário particular]
“f” de francisco e de flores amarelas“O Papa trouxe para o seu pontificado a arte do tango argentino: a irreverência, a valorização das emoções, o olhar intenso, o abraço apertado, o improviso, a comunicação, a complexidade da coreografia, os desafiantes passos, a entrega, a beleza, a sedução, a sofisticação, a elegância, a confiança, a compreensão profunda. Francisco consegue ser surpreendente, quer pela leveza que trouxe, quer pelo mergulho em profundidade.” [Texto de Júlia Costa].
[Metáforas vivas]
Desnovela-nos, Página-Jardim, a lei nova!Este texto corresponde à homilia referente ao domingo v da quaresma – c 2025, dia 6 de abril, proferida pelo Pe Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.
[Crónica da Europa]
Será possível fazer um boneco?Trump e os seus sequazes continuam a fazer tremer o mundo – no dia 3 de abril com as taxas alfandegárias – e nós continuamos agarrados a esse semicírculo mental que reproduz o famoso hemiciclo parlamentar que data de 1789? Não temos melhor para ver as brutais transformações em curso do que essa imagem do arco das forças políticas, com a sequência extrema-esquerda, esquerda, centro, direita, e terminando com a extrema-direita? [Texto de Mendo Castro Henriques]
[Dicionário particular]
“h” de helena e de horaChamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
[Crónica da Europa]
A sexta-feira-santa dos Capitães de AbrilEntre 1971 e 1973, Salgueiro Maia comandou a Companhia de Cavalaria 3420, na Guiné e assinava no jornal de caserna. Como escreve no n.º 26: “Vem isto a propósito da palavra cidadão; é minha intenção ao escrever estas palavras, contribuir para que ela seja vivida na plenitude, isto é, que cada um de nós seja um verdadeiro cidadão no cumprimento dos deveres e na vivência dos direitos”.
[Dicionário particular]
“g” de gordo: uma palavra com excesso de pesoÉ preciso normalizar a palavra gordo, é preciso que os gordos voltem a poder ser gordos porque o que é certo é cada um ser como é: gordo ou magro, alto ou baixo, mais ou menos inteligente, tudo é válido. [Texto de Júlia Costa].
[Moçambique, Margem Sul]
Esguelhas da alma: o outro lado da vidaLi “Esguelhas da alma” avisada de que quem não tem informação sobre alguma coisa não a deve criticar, deve procurar conhecê-la, antes. Ou seja, há um conselho: não fales sobre o que não sabes, pergunta. [A crónica de Sara Jona Laisse sobre um livro de Virgílio Sitole]
[Crónica da Europa]
Será possível fazer outro boneco? (2)Entram Trump e sequazes e instalaram a insensatez. O trumpismo é um Super-Brexit em que a América corta com o mundo e quer uma nova ordem política já anunciado em 2016 e mesmo desde o Tea Party. É um movimento de direita radical que consegue a fusão entre a “fuga adiante” rumo à globalização de sinal menos e a “fuga para trás”, para as fronteiras estatais, ao mesmo tempo que alimenta o negacionismo climático e promove a singularidade digital. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Dicionário particular]
“f” de francisco e de flores amarelas“O Papa trouxe para o seu pontificado a arte do tango argentino: a irreverência, a valorização das emoções, o olhar intenso, o abraço apertado, o improviso, a comunicação, a complexidade da coreografia, os desafiantes passos, a entrega, a beleza, a sedução, a sofisticação, a elegância, a confiança, a compreensão profunda. Francisco consegue ser surpreendente, quer pela leveza que trouxe, quer pelo mergulho em profundidade.” [Texto de Júlia Costa].
[Metáforas vivas]
Desnovela-nos, Página-Jardim, a lei nova!Este texto corresponde à homilia referente ao domingo v da quaresma – c 2025, dia 6 de abril, proferida pelo Pe Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.
[Crónica da Europa]
Será possível fazer um boneco?Trump e os seus sequazes continuam a fazer tremer o mundo – no dia 3 de abril com as taxas alfandegárias – e nós continuamos agarrados a esse semicírculo mental que reproduz o famoso hemiciclo parlamentar que data de 1789? Não temos melhor para ver as brutais transformações em curso do que essa imagem do arco das forças políticas, com a sequência extrema-esquerda, esquerda, centro, direita, e terminando com a extrema-direita? [Texto de Mendo Castro Henriques]
Nomeada pelo Papa
Pela primeira vez, uma mulher irá presidir às Obras Missionárias PontifíciasO Papa Leão XIV nomeou a religiosa irlandesa Mary Teresa Barron para presidir às Obras Missionárias Pontifícias (OMP), o que fará dela a primeira mulher a assumir a liderança deste organismo, responsável por apoiar a ação missionária da Igreja Católica em todo o mundo.
Testemunho
Perseu declara-se vítimaEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
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