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“a” de amor

[Dicionário particular]

“a” de amor

“Já lá vai o São Valentim que todos os anos aparece, e desaparece, trazendo e levando consigo esta espécie de obrigação: um dia marcado para demonstrar como anda a nossa performance amorosa. Mas, o que será, afinal, o amor?” – A reflexão de Júlia Costa

A tristeza de proibir

[Olhar de teóloga]

A tristeza de proibir

Quão triste deve ser a vida que se vive para proibir. Que tristeza enorme é não ter nada mais do que a palavra “proibir” no horizonte. Que triste destino acreditar que se é mais quanto mais se proíbe… Que pena!

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Hypapante: encontro com a Luz

[Metáforas vivas]

Hypapante: encontro com a Luz

Este texto corresponde à homilia referente  à “Apresentação do Senhor, Festa – c 2025 // Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa”, de dia 2 de fevereiro, proferida pelo Pe. Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.

O grande paradoxo

[Olhar de teóloga]

O grande paradoxo

Congratulo-me convosco porque, com o convite para partilhar convosco esta reflexão, estais a tornar realidade o desafio que o Evangelho nos lança à novidade, a romper com o “sempre se fez assim”, desafio tão importante para a Igreja sinodal que desejamos construir juntos.

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

[Nas margens da filosofia (LXIX)]

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

[Quem ri por último ri pior - 5]

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]

136.368 quilómetros depois

[Olhar de teóloga]

136.368 quilómetros depois

136.368 são os quilómetros que percorri em três anos a falar, comentar, explicar, partilhar e aprender sobre a sinodalidade e o Sínodo [da Igreja Católica] que nos recordou a sua existência. Confesso que, quando contei, parecia uma vertigem, mas cada um deles valeu a pena.

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“a” de amor

“Já lá vai o São Valentim que todos os anos aparece, e desaparece, trazendo e levando consigo esta espécie de obrigação: um dia marcado para demonstrar como anda a nossa performance amorosa. Mas, o que será, afinal, o amor?” – A reflexão de Júlia Costa

A tristeza de proibir

[Olhar de teóloga]

A tristeza de proibir

Quão triste deve ser a vida que se vive para proibir. Que tristeza enorme é não ter nada mais do que a palavra “proibir” no horizonte. Que triste destino acreditar que se é mais quanto mais se proíbe… Que pena!

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Hypapante: encontro com a Luz

[Metáforas vivas]

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Este texto corresponde à homilia referente  à “Apresentação do Senhor, Festa – c 2025 // Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa”, de dia 2 de fevereiro, proferida pelo Pe. Joaquim Félix na Igreja de S. Paulo do Seminário Conciliar de Braga.

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[Olhar de teóloga]

O grande paradoxo

Congratulo-me convosco porque, com o convite para partilhar convosco esta reflexão, estais a tornar realidade o desafio que o Evangelho nos lança à novidade, a romper com o “sempre se fez assim”, desafio tão importante para a Igreja sinodal que desejamos construir juntos.

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

[Nas margens da filosofia (LXIX)]

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

[Quem ri por último ri pior - 5]

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A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

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