Após 47 dias de greve de fome, o ativista e preso político sarauí Naâma Asfari suspendeu o seu protesto no dia 24 de julho, na sequência de um diálogo com a administração penitenciária marroquina que concordou em iniciar discussões para abordar as suas reivindicações quanto às condições da sua detenção e às dos seus companheiros de prisão.












