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A resistência dos sindicalistas católicos ao Estado Novo

7MARGENS/Antena 1

A resistência dos sindicalistas católicos ao Estado Novo

Esteve na Base-FUT, na Ação Católica operária e, como jornalista, foi também sindicalista. A propósito do 1º de Maio, Cesário Borga fala da resistência dos sindicalistas cristãos à ditadura e das razões que os moviam; explica o pensamento autogestionário que se desenvolveu nas correntes católicas e as diferenças com várias correntes políticas, ao mesmo tempo que recorda nomes importantes em movimentos como a Liga Operária Católica, a Juventude Operária Católica, a Base-FUT, os Círculos de Cultura Operária e outros.

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

7MARGENS/Antena 1

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

7Margens/Antena 1

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

Deputado “vermelho” e autarca, o padre José Martins Júnior foi suspenso durante 44 anos das suas funções na Igreja. Mas insiste em que o seu “crime” foi, depois do 25 de Abril, ajudar as populações. Readmitido em Julho de 2019, Martins Júnior conta, nesta entrevista, como foi suspenso e diz como olha para a política e a Igreja neste momento.

“O que nós temos são presos a mais”

Almeida dos Santos no 7MARGENS/Antena 1

“O que nós temos são presos a mais”

Uma “realidade cruel, desumana e degradante”, mais de 12 mil mil reclusos quando deveríamos ter cerca de quatro mil, pelos padrões europeus, em condições menos desumanas e poupando recursos. O presidente da OVAR diz que a situação nas prisões nos deveria envergonhar a todos – incluindo a Igreja, que não faz o que o Papa sugere.

A resistência dos sindicalistas católicos ao Estado Novo

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Esteve na Base-FUT, na Ação Católica operária e, como jornalista, foi também sindicalista. A propósito do 1º de Maio, Cesário Borga fala da resistência dos sindicalistas cristãos à ditadura e das razões que os moviam; explica o pensamento autogestionário que se desenvolveu nas correntes católicas e as diferenças com várias correntes políticas, ao mesmo tempo que recorda nomes importantes em movimentos como a Liga Operária Católica, a Juventude Operária Católica, a Base-FUT, os Círculos de Cultura Operária e outros.

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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