O Precónio – A dimensão cósmica do Exultet e da Vigília Pascal é o título do livro do monge beneditino de Singeverga, Pedro Gonçalves Rodrigues, que resulta da sua tese de mestrado integrado em Teologia, classificada com o máximo de 20 valores, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.
O prefácio do livro, agora editado pelo Secretariado Nacional de Liturgia, é da autoria do padre Joaquim Félix de Carvalho, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa e colaborador regular do 7MARGENS. É esse texto que aqui se reproduz.
«Esta é a noite, da qual está escrito:
A noite brilha como o dia
e a escuridão é clara como a luz»
[Fragmento do Precónio Pascal. Missal, 323]
Exulte. Rejubile. Alegre-se. Declamado ou em canto, o convite do Precónio pascal é dirigido primeiro aos anjos, depois à terra, por fim, à Igreja. Agora, porém, na confluência de motivos que ressoam, a convocação é para os leitores: Exultai! Exultai de alegria porque este livro, crescente à luz dos vossos olhos, sobrevém do crepúsculo de saberes fragmentados; e até de um não-saber. Esclarece os leitores. Brilha, acordando, na noite do desconhecido! Afugenta a ignorância. Corresponsabiliza a agenda da fé; e, no quotidiano, clareia as relações humanas e cósmicas. Esperança. Porque, nas suas explicações, ele participa da luzência do seu conteúdo, esclarecendo à «Luz da Luz», difundida na vigília pascal. Oh bruxuleante cantata do Precónio e do Círio! Voz e Luz. É também ele, o livro, na sua filologia, lucernário. De forma iniciática, ele conduz à iluminação de quem o lê. Para todos os efeitos, esta obra é uma lâmpada colocada no candelabro da leitura. E como brilha! Bem-aventurados sereis, leitores!

[Círio aceso na sé de Braga, durante a vigília pascal Fotografia © Hugo Delgado, cedida pelo autor]
Pedro Rodrigues, monge do Mosteiro de S. Bento de Singeverga, apresenta nesta obra um dos mais significativos estudos, senão mesmo o melhor, em língua portuguesa, sobre a dimensão cósmica do Precónio e da vigília pascal na liturgia romana. Estudo que, por motivos de rigor filológico e, em certos casos, da aplicação do método comparativo, é praticado em regime de abertura às liturgias ocidentais não romanas, em especial a beneventana; todavia não exclusivamente, pois, por diversas vezes, considera também a galicana, a ambrosiana e a hispânica. Por conseguinte, só desta forma se compreende a evolução ritual da tradição romana, que, em determinadas épocas, devido a motivos de ordem vária ― religiosos, culturais e inclusive de natureza política ― passa por fenómenos de hibridação, influência e mesmo substituição de várias tradições litúrgicas.
Longe de saturar, o estudo histórico é deveras elucidativo. De uma clareza que surpreende. E, a propósito de certos detalhes, desperta inclusive espanto. Fiel às fontes remanescentes, garante-se a objetividade científica. Existem questões que permanecem abertas? Com certeza. Porém, o exercício das hipóteses é tecido a partir de um racional fundamentado. Em perspetiva crítica e hermenêutica, nele procura-se aferir a evolução da vigília pascal, discernindo as relações entre a liturgia e a cultura. Nessa medida, são consideradas as instâncias de modificação da respetiva ação litúrgica. Mais do que admirar extaticamente o passado ― todavia, sem minguar a dimensão contemplativa ―, o horizonte é aberto às dimensões teológicas e pastorais. Neste propósito, Pedro Rodrigues explora o programa ritual, a comunicação, as condições, o sujeito e a espiritualidade litúrgica da vigília pascal.
Da suprema e mais nobre das solenidades
Na última edição do Missal Romano, descreve-se a estrutura da celebração da vigília pascal, em todas as suas partes, a hora mais conveniente, a preparação dos materiais e as competências dos ministros. E, ao vincar-se que só pode celebrar-se uma vigília em cada igreja, ela é definida nos seguintes termos: «é a suprema e mais nobre de todas as solenidades» (Missal, 311). É a vigília das vigílias. Magna e mãe.
Efetivamente, como recorda José Cordeiro, na apresentação do livro Celebrações da Semana Santa, «a Liturgia da Igreja convida-nos, portanto, a celebrar, na alegria do coração, o perene Aleluia em Cristo, a nossa Páscoa e a nossa Paz» (Celebrações, 5). Corresponde a uma antiquíssima tradição, testemunhada por fontes litúrgicas e patrísticas.
Na solenidade da Epifania do Senhor, ao fazer-se, depois do Evangelho, o anúncio da Páscoa e das festas móveis, assinala-se, já em preparação, este fulcro do tempo salvífico: «O centro de todo o Ano litúrgico é o Tríduo do Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado, que culminará no domingo de Páscoa, dia … de março (abril)» (Missal, 171). Quando cantado, como sucedeu, por exemplo este ano de 2025, na igreja de S. Martinho de Cedofeita (Porto), este anúncio assemelha-se a uma participação, por sentinela em prolepse, dos prolegómenos da cantata pascal que ressoará num futuro próximo, concretamente, no Precónio da vigília pascal.
Espelho das mais profundas simbólicas, a cantata da luz pascal encontra-se na liturgia da luz, celebrada na vigília pascal. Acesos o fogo e o círio, o celebrante principal declara que aquela luz simboliza Cristo ressuscitado, luzeiro dissipador das trevas do coração e do espírito. Aclamada por três vezes, a luz de Cristo avança, passa a porta e é entronizada no candelabro. Nova coluna de nuvem «ilumina a noite» (Ex 14,19) e conduz o povo ao anúncio da vitória sobre as trevas.
As expressões do Precónio, sumamente conhecidas, contam-se entre os versos da melhor poesia litúrgica. O simbolismo da luz pascal, Cristo ressuscitado, é explorado por contrastes, exultações e anúncios, numa linguagem enfática. Não é bastante que a terra jubile; antes, é interpelada a rejubilar. De seguida, no assomo das vozes festivas, o convite à alegria é também dirigido à Igreja: «Alegre-se a Igreja, nossa mãe, adornada com os fulgores de tão grande luz» (Missal, 322).
Não posso transcrever ou recorrer a sinonímias, para recapitular as simbólicas da luz pascal. Talvez a mais paradoxal seja suficiente: «Esta é a noite, da qual está escrito: A noite brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz» (Missal, 323). E, bem assim, em honra da coluna de cera acesa: «Esta chama que, ao repartir o seu esplendor, não diminui a sua luz» (Missal, 324). Eis porque, no final, se manifesta o desejo do seu arder incessante para congregar o perfume à luz, que se junta à das estrelas, e, entre estas, o astro sem ocaso: Jesus Cristo, filho de Deus, «que, ressuscitando de entre os mortos, iluminou o género humano com a sua luz e a sua paz» (Missal, 324).
Iluminados por esta luz canora, na ditosa noite, na qual o Céu se une à terra, passemos a considerar certos aspetos inerentes e internos desta obra que, como se explicita no título, privilegia e aprofunda «a dimensão cósmica do Exultet e da Vigília Pascal».
Dimensão cósmica

[Vigília pascal na sé de Braga: preparação para o rito do «Accendite» Fotografia ©Hugo Delgado, cedida pelo autor]
Quando Pedro Rodrigues começou a arquitetar a reflexão sobre a dimensão cósmica da vigília pascal, abriram-se várias possibilidades, em termos de filões a explorar, para além daquelas que, neste livro, se vieram a concretizar. As obras e os estudos não citados, que se encontram no elenco da bibliografia, não são por nada referências supérfluas. De todo. Antes, tal corpus constitui-se como mapa de marcas, ao mesmo tempo delimitativas e remissivas, de um tema em expansão que, de forma interligada, pode ser investigado com diferentes óticas. Garantes de correlações, elas permitem depreender a amplidão de horizontes que, de início, foram equacionados para aprofundar esta temática.
Privilegiada a dimensão cósmica, para refletir sobre a vigília pascal, o pensamento que primeiro orientou este estudo foi o de Pierre Teilhard de Chardin. Da sua vasta e instigante bibliografia ― nem sempre digerida com semelhante receção, é verdade ―, duas obras altearam os pórticos antigos para expandir a temática. Foram elas o Hino do universo (cf. Chardin 1995) e O meio divino (Chardin 1997).
Como declinações do fogo no mundo, ambas as obras criaram o clarão cosmovisional ― mais que um campo epistemológico ―, que permitiu vislumbrar a direção do estudo. Clarão esse que Teilhard de Chardin narra, a partir das suas místicas visões, na parte intitulada A missa no altar do mundo, concretamente em O fogo do mundo: «Aconteceu. O Fogo, uma vez mais, penetrou a terra. Não caiu fragorosamente sobre os cumes, como o relâmpago no seu fulgor. Forçará o Mestre as portas para entrar em sua casa? Sem abalo, sem trovões, a chama tudo iluminou pelo lado de dentro. Do coração do mais pequeno átomo à energia das leis mais universais, invadiu de maneira tão natural, individualmente e no seu conjunto, cada elemento, cada mola, cada ligação do nosso Cosmos, que este, quase poderíamos julgá-lo, como que espontaneamente se inflamou» (Chardin 1995, 21).
A noite da vigília pascal participa deste Fogo que penetrou a terra, a ressurreição de Cristo. Através do programa ritual, o ministro acende não apenas um incêndio controlado dentro do fogareiro, ou restrito a pavios nas cabeças do círio e das velas, mas, de forma simbólica, o Fogo do Mundo. Fogo que inflama o cosmos inteiro, em todos os seus capilares, a filigrana das ligações. Por dentro, sim. Não por pelo exterior, como um relâmpago extemporâneo, ensurdecedor, mas ao som bruxuleante de tudo o que, por superabundância de motivos doxológicos, exulta.
Pedro Rodrigues beneficia desta amplitude de fundo, para apresentar muitas das dimensões ― litúrgicas, sobremaneira, mas também do âmbito das ciências humanas ― que estiveram presentes na reforma e restauração da vigília pascal. Hoje, o pensamento religioso, como tantas outras realidades e instituições, passa por profundas metamorfoses. Todavia, não será neste universo, constantemente ampliado, que a reflexão teológica se poderá instituir, com parábolas novas, enxertadas na semântica da Tradição, a expandir a sua plasticidade?
Na introdução ao livro O meio divino, que tem por epígrafe «In eo vivimus» (Nele vivemos), Teilhard de Chardin assinala a importância decisiva deste alargamento cosmovisional (cf. Chardin 1997,11). Tendo-o presente, o estudo da dimensão cósmica da vigília pascal dele muito beneficia.
Rolos, abelhas e grãos de incenso

[A letra inicial da segunda parte do Precónio, o “V” da secção “Vere dignum”. Rolo Bari 2 (Museu Diocesano de Bari). Fotografia: Direitos reservados]

[Candelabro pascal, em mármore, na Basília Santa Sabina no Aventino, Roma. Fotografia © Joaquim Félix]
O presente estudo é meritoso. Pedro Rodrigues apresenta, como jamais antes se tinha realizado, o processo da reforma e restauração da vigília pascal. A atenção ao conjunto alargado de documentos ― alguns encontravam-se dispersos e sem tradução para português ― beneficiou das qualidades do autor que, por formação académica na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, possuía já uma extraordinária proficiência em várias línguas. Tal competência, a par de capacidades invulgares no campo da hermenêutica textual e na meticulosidade da análise, permitiu, por um lado, a interpretação e tradução de textos latinos, nomeadamente das fontes documentais, e, por outro, a colação de muita bibliografia especializada em vários idiomas, alguma dela de difícil acesso. Fonte de mérito é, também, a linha diacrónica com que narra e interpreta a sequência de todo o processo, a fazer lembrar, por exemplo, a obra de Annibale Bugnini (cf. Bugnini 1997), sobre a reforma litúrgica do II Concílio do Vaticano, ou o percurso histórico-redacional da reforma conciliar do Ordo Missae, apresentado por Maurizio Barba (cf. Barba 2002). A reforma da vigília pascal é, como se pode acompanhar desde o capítulo 1, enquadrada, etapa a etapa, no contexto da reforma do Tríduo e da Semana Santa.

[A letra inicial “E” do Exultet. Rolo MS 30337 (British Library, Londres). Fotografia: Direitos reservados]

[Candelabro pascal (detalhe) esculpido por Nicola d’Angelo, do séc. XII, em mármore, na Basília de São Paulo Extramuros, Roma. Fotografia © Joaquim Félix]
O presente estudo está atento à dimensão pastoral. A dimensão cósmica do Exultet e da vigília pascal ― tese central do presente estudo ― é trabalhada no capítulo 3. Porém, deve notar-se que a justificada abundância de dados da narrativa diacrónica do processo, aliada à reflexão sobre a dimensão cósmica dos elementos constitutivos da vigília, não sufoca a perspetiva pastoral. Aliás, esta está sempre a cerzir o discurso, porque foi sobre tal coordenada, a pastoral, que a sua reforma se fez. Atenta, por um lado, aos elementos cósmicos, mas, por outro, na fidelidade a um dos princípios de toda a reforma litúrgica. Mais do que evidenciar a dimensão pastoral, no processo de reforma e restauração da vigília pascal, Pedro Rodrigues operou, também ele, mudanças ao texto da sua tese, conforme foi defendida em provas públicas, na Faculdade de Teologia: algumas secções foram reorganizadas e desenvolvidas, precisamente para expandir vários aspetos pastorais. E, desde aí, fazer leituras e propostas sobre a celebração da vigília pascal em nossos dias. A classificação máxima não lhe serviu de ponto final.

[Abelha, em mármore, na Basília de São Pedro do Vaticano, Roma. Fotografia © Joaquim Félix]
Coragem de avançar pela alegria dentro
Relevados os valores teológicos da vigília pascal, desde logo, da ressurreição de Jesus ― que, por sua vez, ilumina os mistérios sacramentais da iniciação cristã ―, mas também da importância de observar a verdade da hora para a sua celebração, sobretudo pelo significado e alcance das valências cósmicas, poderão surgir perguntas pertinentes: Se, por motivos de oportunidade pastoral, um presbítero ao serviço de várias comunidades paroquiais tiver de celebrar duas vigílias pascais, a que horas se poderia começar a primeira? Em caso de existir um número considerável de catecúmenos e de crianças para os sacramentos da iniciação cristã, será benéfico adotar, por norma, as fórmulas breves, inclusive do Precónio? E, em relação ao número de leituras, dos salmos e das orações, que se poderia fazer para que não se fique sempre pelos mínimos indicados nas rubricas?

[Vigília pascal na sé de Braga: rito do «Accendite» Fotografia © Hugo Delgado, cedida pelo autor.]
Estas e outras perguntas não serão despicientes, quando, na parte final do seu estudo, Pedro Rodrigues chama a atenção para determinadas ameaças: «Porém, o cuidado em restaurar a celebração da Vigília pascal para a hora noturna primitiva parece hoje estar ameaçado: malgrado a falta de estudos precisos sobre a práxis litúrgica hodierna da Semana Santa e que forneçam uma visão de conjunto rigorosa, a tendência crescente para antecipar a hora de início da celebração da Vigília sugere uma diminuição da consciência do significado daquela restauração. Esta marcação em horário menos oportuno é agravada pela frequente abreviação da Vigília, tendo este duplo fenómeno afetado igualmente outras celebrações do Tríduo Pascal, o que provoca uma mutilação parcial do sentido das festividades pascais» (pp.147-148). Acautelados para evitar a indevida erosão, ele mesmo repropõe um princípio fundamental, de natureza teológica: «Daí ser necessário implementar uma compreensão da reforma litúrgica do Tríduo Pascal como muito mais do que uma mudança de rubricas e, acima de tudo, cultivar a compreensão renovada do significado profundo da Páscoa» (p.148).
Com este estudo, competentíssimo a vários níveis ― creio não ser demasia relevá-lo ―, Pedro Rodrigues insere-se na lídima linhagem de tantos monges que, sobretudo a partir das grandes abadias beneditinas europeias, promoveram o Movimento Litúrgico. E, desde logo, na esteira de mestres, como foi ― em Portugal, mas com alcance internacional ― António Coelho, que despertou a atenção para a importância da cultura litúrgica, gestante e alimentadora da vida espiritual (Coelho 2018). Da sua solicitude dão testemunho, por exemplo, o Curso de Liturgia Romana, em dois tomos (Coelho 1941/1943), a criação das revistas litúrgicas Opus Dei, Liturgia e Ora & Labora, e muita outra bibliografia, de divulgação e caráter científico. Atualmente, Pedro Rodrigues inscreve-se também no dinamismo de frutuosos liturgistas, como Bernardino Ferreira da Costa, abade de Singeverga, que, em 2018, publicou a sua tese de doutoramento dedicada ao tema do Movimento Litúrgico em Portugal (Costa 2018); tese defendida no Pontificio Istituto Liturgico di Sant’Anselmo, em Roma.

[Vigília pascal na sé de Braga: procissão de entrada após a bênção do fogo e a preparação do círio. Fotografia © Hugo Delgado, cedida pelo autor.]
Em medida cósmica, Deus dará coragem, sim, não apenas para avançar pela água adentro, mas também pela alegria deste livro. Alegria que nutre ainda da generosidade, operosa e oracional, do seu autor, Pedro Rodrigues, e do Secretariado Nacional de Liturgia que publica este atraente artefacto amadurecido na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Bem hajam.
Referências
- Barba, Maurizio. 2002. La riforma conciliare dell’«Ordo Missae». Il percorso storico-redazionale dei riti d’ingresso, di offertorio e di comunione. Roma: Centro Liturgico Vincenziano – Edizioni Liturgiche.
Bugnini, Annibale. 1997. La riforma litúrgica (1948-1975). Roma: Centro Liturgico Vincenziano – Edizioni Liturgiche.
Celebrações da Semana Santa. 2019. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia. - Chardin, Pierre Teilhard de. 1995. Hino do universo. Traduzido por Miguel Serras Pereira. Lisboa: Editorial Notícias.
- —.1997. O meio divino. Traduzido por Gonçalo Praça. Lisboa: Editorial Notícias.
- Coelho, António. 1941/1943. Curso de Liturgia Romana. Tomos I e II. Mosteiro de Singeverga – Negrelos: Edições «Ora & Labora».
- —. 2018. A Importância da Cultura Litúrgica na Vida Espiritual. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia.
- Costa, Bernardino Ferreira. 2018. Movimento Litúrgico em Portugal. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia.
- Félix de Carvalho, Joaquim. 2016. «Simbólicas da luz na Liturgia». Cadernos ISTA 32: 63-105.
- —. 2018. «Liturgia da Semana Santa de Braga: textos e ritos». Theologica 2: 101-122.
- Missal Romano reformado por decreto do Concílio Ecuménico Vaticano II e promulgado por autoridade de S. S. o Papa Paulo VI e revisto por S. S. o Papa João Paulo II. Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia, 2021.
- Missale Romanum. Edytio typica. 2000. Romae: Typis Polyglottis Vaticanis.
- Mourão, José Augusto. 2009. O nome e a forma. Poesia reunida. Lisboa: Pedra Angular.
- Valenziano, Crispino. 2005. «Ambone e candelabro. Iconografia e iconologia». Em Gli spazi liturgici della celebrazione (Bibliotheca Ephemerides Liturgicae Subsidia 133), editado por Silvano Maggiani, 67-125. Roma: Edizioni Liturgiche.









