
Em Silwan, Jerusalém Oriental, há uma centena de lugares sob ameaça de demolição e 1500 palestinianos enfrentam o deslocamento forçado. Foto © CMI-PEAPI.
As famílias que estão em risco de desalojamento e de serem deslocadas estão a ser acompanhadas pelo Programa Ecuménico de Acompanhamento na Palestina e Israel (PEAPI) do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), segundo nota divulgada por esta organização.
Com esta “Iniciativa de Jerusalém Oriental”, o PEAPI procura acompanhar, mesmo sem uma presença física, as famílias que estão a enfrentar o desalojamento das suas casas e um deslocamento forçado das comunidades de Sheij Yarrah, Silwan e outras localidades de Jerusalém Oriental, para outras regiões.
Como nota Peter Prove, diretor da Comissão das Igrejas para Assuntos Internacionais, assume que o acompanhamento destes desalojados e deslocados à força faz-se, “em primeiro lugar, através da consciencialização”. E explica: “Para compreender plenamente quão injusta é a situação, cada um deve conhecer o contexto e a história.”
Noutro plano, importa promover a “sensibilização para a justiça”, convidando as igrejas e as “pessoas conscientes e de boa vontade” a unirem esforços para lançar um apelo ao Governo de Israel para que “termine de imediato” com estes desalojamentos e respeitando “as obrigações” do estado israelita com o direito internacional.










