Dossiês
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Livro
Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa
Como criar uma história com a leveza de um abraço? Foi a pergunta que o padre Custódio Langane se fez quando pensou em escrever um livro sobre aquela que tem sido a sua experiência como capelão no IPO de Lisboa. Eis uma das histórias que o compõem.
Moçambicanos de Pemba
Falta de caril e mais um bocadinho
Foi na passada segunda-feira, 31 de julho, que me encontrei com quatro jovens de Cabo Delgado, Moçambique, parte de um grupo de seis que veio desde lá para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa. Veio connosco uma amiga, a Andreia, que foi quem...
Francisco na missa de envio
“O que levamos connosco de Lisboa, casa da fraternidade?”
Não há memória de, no Festival de Woodstock – que tantos compararam por estes dias à Jornada Mundial da Juventude – os jovens terem despertado tão cedo, nem tão entusiasmados. É certo que a atuação do padre e DJ Guilherme – que começou pouco depois de os primeiros raios de sol pintarem com uma luz única o Campo da Graça, em Lisboa – ajudou. Mas o principal motivo por trás dos milhares de olhos, brilhantes de alegria e expetativa, era outro: o Papa chegaria dentro de pouco tempo, e pelas movimentações no descampado a perder de vista, todos – até os muitos que tinham ficado do outro lado do rio Trancão – iriam ter oportunidade de vê-lo.
Testemunho de Marta Luís, de Pemba
“A esperança de que um dia vamos reconstruir de novo a nossa vida”
Chamo-me Marta, tenho 18 anos. Venho de Moçambique, da província de Cabo Delgado, onde enfrentamos uma guerra que já dura há cinco anos. Sou do distrito de Muidumbe e duma região chamada Planalto do Povo Maconde. Participava na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, também conhecida como Missão de Nangololo.
Visto de fora (6)
A variedade das primeiras páginas
A Jornada Mundial da Juventude tem estado nas primeiras páginas da imprensa estrangeira com, por exemplo, uma afirmação do Papa, uma imagem de um espectáculo ou uma referência aos objectivos da iniciativa. Os jornais católicos internacionais foram, evidentemente, os que lhe concederam maior destaque.
Vigília com o Papa no Campo da Graça da JMJ
“A alegria é missionária. Olhem de cima para os outros só para ajudar a levantar”
Vieram do Tejo, e em barcos engalanados, os símbolos maiores para a festa: a cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, transportados desde a margem sul do rio até ao lugar onde iria ser celebrada a vigília da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023.
Papa insiste, num “salto” que deu a Fátima
“A mãe Igreja tem sempre o coração aberto para todos, sem exclusão”
A proposta de uma Igreja inclusiva, de portas abertas ou mesmo sem portas voltou a servir este sábado, 5 de agosto, ao Papa para reiterar uma linha de orientação que vai certamente ficar como uma das mais salientes desta viagem como peregrino à Jornada Mundial da Juventude.
Uma Igreja para “todos”… até para os reclusos
A Fundação JMJ Lisboa 2023 fez um protocolo de colaboração com Direção-Geral de Reinserção e os Serviços Prisionais (DGRSP) para a construção de 150 confessionários, construídos por reclusos dos estabelecimentos prisionais de Coimbra, Paços de Ferreira e Porto. Amanhã o Papa Francisco irá encontrar-se com seis jovens reclusos da Prisão-escola do Estabelecimento Prisional de Leiria.
Visto de fora (5)
Correio Braziliense: “Da confissão em massa à Igreja aberta”
Vicente Nunes escreve que, “diante da fuga cada vez maior de fiéis da Igreja – o Censo de 2022 deve mostrar, pela primeira vez, que os católicos são menos de 50% da população no Brasil –, o Papa Francisco aproveitou uma multidão de 500 mil pessoas para tentar conter esse êxodo”.
Moçambicanos de Pemba
Falta de caril e mais um bocadinho
Foi na passada segunda-feira, 31 de julho, que me encontrei com quatro jovens de Cabo Delgado, Moçambique, parte de um grupo de seis que veio desde lá para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa. Veio connosco uma amiga, a Andreia, que foi quem...
Francisco na missa de envio
“O que levamos connosco de Lisboa, casa da fraternidade?”
Não há memória de, no Festival de Woodstock – que tantos compararam por estes dias à Jornada Mundial da Juventude – os jovens terem despertado tão cedo, nem tão entusiasmados. É certo que a atuação do padre e DJ Guilherme – que começou pouco depois de os primeiros raios de sol pintarem com uma luz única o Campo da Graça, em Lisboa – ajudou. Mas o principal motivo por trás dos milhares de olhos, brilhantes de alegria e expetativa, era outro: o Papa chegaria dentro de pouco tempo, e pelas movimentações no descampado a perder de vista, todos – até os muitos que tinham ficado do outro lado do rio Trancão – iriam ter oportunidade de vê-lo.
Testemunho de Marta Luís, de Pemba
“A esperança de que um dia vamos reconstruir de novo a nossa vida”
Chamo-me Marta, tenho 18 anos. Venho de Moçambique, da província de Cabo Delgado, onde enfrentamos uma guerra que já dura há cinco anos. Sou do distrito de Muidumbe e duma região chamada Planalto do Povo Maconde. Participava na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, também conhecida como Missão de Nangololo.
Visto de fora (6)
A variedade das primeiras páginas
A Jornada Mundial da Juventude tem estado nas primeiras páginas da imprensa estrangeira com, por exemplo, uma afirmação do Papa, uma imagem de um espectáculo ou uma referência aos objectivos da iniciativa. Os jornais católicos internacionais foram, evidentemente, os que lhe concederam maior destaque.
Vigília com o Papa no Campo da Graça da JMJ
“A alegria é missionária. Olhem de cima para os outros só para ajudar a levantar”
Vieram do Tejo, e em barcos engalanados, os símbolos maiores para a festa: a cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, transportados desde a margem sul do rio até ao lugar onde iria ser celebrada a vigília da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023.
Papa insiste, num “salto” que deu a Fátima
“A mãe Igreja tem sempre o coração aberto para todos, sem exclusão”
A proposta de uma Igreja inclusiva, de portas abertas ou mesmo sem portas voltou a servir este sábado, 5 de agosto, ao Papa para reiterar uma linha de orientação que vai certamente ficar como uma das mais salientes desta viagem como peregrino à Jornada Mundial da Juventude.
Uma Igreja para “todos”… até para os reclusos
A Fundação JMJ Lisboa 2023 fez um protocolo de colaboração com Direção-Geral de Reinserção e os Serviços Prisionais (DGRSP) para a construção de 150 confessionários, construídos por reclusos dos estabelecimentos prisionais de Coimbra, Paços de Ferreira e Porto. Amanhã o Papa Francisco irá encontrar-se com seis jovens reclusos da Prisão-escola do Estabelecimento Prisional de Leiria.
Visto de fora (5)
Correio Braziliense: “Da confissão em massa à Igreja aberta”
Vicente Nunes escreve que, “diante da fuga cada vez maior de fiéis da Igreja – o Censo de 2022 deve mostrar, pela primeira vez, que os católicos são menos de 50% da população no Brasil –, o Papa Francisco aproveitou uma multidão de 500 mil pessoas para tentar conter esse êxodo”.
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