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“Nostra Aetate”, 60 anos: o diálogo inter-religioso como caminho para a justiça e a paz

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“Nostra Aetate”, 60 anos: o diálogo inter-religioso como caminho para a justiça e a paz

Este ano assinala-se o 60.º aniversário da Nostra Aetate, a declaração inovadora do Concílio Vaticano II [promulgada pelo Papa Paulo VI em 28 de outubro de 1965]. Em 1965, a Igreja Católica abriu uma porta, sem precedentes, ao diálogo inter-religioso, reconhecendo a verdade e a santidade presentes noutras religiões e apelando simultaneamente à compreensão, ao respeito e à colaboração mútuos. [Texto de António de Almeida Ribeiro].

Carta aberta ao xeque David Munir

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Carta aberta ao xeque David Munir

Tenho escrito e trabalhado a favor do respeito pelos imigrantes e do acolhimento das pessoas que vêm para Portugal. Os imigrantes têm direito a procurar melhores formas de vida que as que lhes eram proporcionadas nos seus países de origem. E agrada-me que o meu país possa ser casa de acolhimento até onde isso for possível. No mínimo é moeda de troca pelos milhões de emigrantes portugueses acolhidos por outros povos. [Texto de José Alves Jana].

“Nostra Aetate”, 60 anos: o diálogo inter-religioso como caminho para a justiça e a paz

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“Nostra Aetate”, 60 anos: o diálogo inter-religioso como caminho para a justiça e a paz

Este ano assinala-se o 60.º aniversário da Nostra Aetate, a declaração inovadora do Concílio Vaticano II [promulgada pelo Papa Paulo VI em 28 de outubro de 1965]. Em 1965, a Igreja Católica abriu uma porta, sem precedentes, ao diálogo inter-religioso, reconhecendo a verdade e a santidade presentes noutras religiões e apelando simultaneamente à compreensão, ao respeito e à colaboração mútuos. [Texto de António de Almeida Ribeiro].

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Tenho escrito e trabalhado a favor do respeito pelos imigrantes e do acolhimento das pessoas que vêm para Portugal. Os imigrantes têm direito a procurar melhores formas de vida que as que lhes eram proporcionadas nos seus países de origem. E agrada-me que o meu país possa ser casa de acolhimento até onde isso for possível. No mínimo é moeda de troca pelos milhões de emigrantes portugueses acolhidos por outros povos. [Texto de José Alves Jana].

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