Cinco anos após a morte de Aylan Kurdi, o menino sírio de 3 anos que morreu afogado na sequência de um naufrágio ao largo da costa turca e cujas imagens comoveram o mundo, a organização Save the Children divulga um relatório que revela que muito pouco mudou desde então. Entre 2015 e 2020, cerca de 700 crianças e jovens perderam as suas vidas na travessia do Mediterrâneo e mais de 200 mil chegaram à Europa desacompanhados. A organização calcula ainda que, no mundo inteiro, existam neste momento 12 milhões de crianças refugiadas “que vivem em campos sobrelotados e que hoje também enfrentam a emergência sanitária devido à pandemia”, sem acesso a direitos essenciais como a educação. Ler mais aqui.









