
Ilustração representando o fundador do Instituto dos Irmãos Maristas, Marcelino Champagnat. Direitos reservados.
Foi um dia de chuva e frio aquele que, há 75 anos, em 15 de Fevereiro de 1947, acolheu os irmãos Gabriel e Cirilo à chegada a Lisboa, para o início do que seria a presença dos Irmãos Maristas em Portugal. “Foram fraternalmente acolhidos na casa dos Missionários do Espírito Santo”, escreve o irmão António Leal, delegado dos Irmãos Maristas em Portugal, num curto comunicado enviado ao 7MARGENS, recordando a efeméride.
“Os primeiros tempos foram particularmente difíceis e chegou mesmo a surgir a ordem para abortar a fundação. Após muito batalhar, a primeira obra marista em Portugal – o Colégio Champagnat – foi inaugurada no dia 13 de Outubro de 1947.”
75 anos depois, os Maristas estão presentes em Carcavelos, Ermesinde, Lisboa e Vouzela e, através da Fundação Champagnat, desenvolvem vários projectos de carácter educativo e social. As instituições portuguesas da congregação integram, no entanto, a província de Compostela.
O Instituto dos Irmãos Maristas dedica-se especialmente à educação das crianças e dos jovens – daí o facto de serem conhecidos sobretudo pelas escolas que mantêm – e também a pessoas mais carentes.
Fundado em 2 de Janeiro de 1817, em La Valla, na França, por Marcelino Champagnat, com o nome de Pequenos Irmãos de Maria, como um ramo da Sociedade de Maria, o instituto está hoje presente em 80 países, tendo milhares de leigos a colaborar com o instituto religioso ou a trabalhar nas escolas e instituições por eles dirigidas, recorda a página digital da instituição.
Em 1863, a Santa Sé aprovaria a nova fundação como instituto autónomo e de direito pontifício, passando a assumir, além do nome original, também o de Irmãos Maristas das Escolas (F.M.S. – Fratres Maristæ a Scholis).









