
Belém, Palestina. Uma estrela brilha sobre velas acesas na gruta sob a Basílica da Natividade em Belém, onde se acredita que Jesus terá nascido. Foto © Albin Hillert/WCC
“Mete-se o Natal” é a expressão correntemente usada para indicar que o curso normal do quotidiano se encontrará, nesta altura, suspenso. O Natal quebra a rotina. Uns aproveitam para um momento de ócio, outros ficam consumidos por outras tarefas.
Este é um tempo em que diferentes religiões celebram a novidade do nascimento, a limpidez da luz e a força da esperança. É também o momento para pedir tréguas nas guerras e que essas tréguas se prolonguem. Este é um tempo de recusa da morte e das trevas trazidas pelas guerras, de afirmação da paz, da justiça e da dignidade de todas as pessoas.
Mas o Natal “mete-se” e, por isso, se abranda. Também nós, aqui no 7 Margens, reduziremos um pouco o ritmo noticioso.
Desejamos que este período possa ser festivo, que os leitores que regularmente nos acompanham o possam viver com alegria e esperança.
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