Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur
Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
[Entre Margens]
Portugal, o Conselho de Segurança e as intermitências do direito internacional
Desde que Trump regressou ao poder, a já longa paralisia da Organização das Nações Unidas, há muito incapaz de decidir de acordo com a Carta, impôs um renovado interesse pelo que nesta se dispõe e aquilo a que obriga os Estados. E mesmo diplomacias confinadas à prática de formas menores do chamado soft power, como os membros não-permanentes recém-eleitos, deveriam pensar no assunto. [Texto de João Santos].
[Trago comigo - 6]
A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
[Entre Margens]
O humanismo de Marx e de Jesus
Hoje, invocar Karl Marx (1818-1883) não parece uma decisão acertada. Marx não está na moda, nem no circuito das passarelas políticas. Foi industriosamente suplantado pelos atuais opinion makers que se movimentam no interior do mundo capitalista. [Texto de Jorge Paulo].
Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico
Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano.
[Arquipélago Jerusalém]
Quem foi o Banqueiro Anarquista?
Fernando Pessoa escreveu o O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Entre Margens]
Quando os sínodos são encomendas
Os sínodos, tantas vezes!, são organizados com intenções específicas, transformando-se em verdadeiras “encomendas” para abordar temas previamente definidos. Este fenómeno pode levar a uma orientação dos debates e decisões, por vezes limitando a espontaneidade e a liberdade de expressão dos participantes. [Texto de Joaquim Armindo].
Testemunho de Conceição Lopes
Eugénio Fonseca: humanidade, Evangelho e uma Igreja de portas abertas
Publica-se o testemunho pessoal de Conceição Lopes, amiga de infância de Eugénio Fonseca e a quem ela tratava carinhosamente por “Géninho”. Como ela escreve neste seu texto, tão pessoal e próximo, “Com a alma enrugada pela tua partida sem regresso, aqui estou, às seis da tarde deste dia 12 de agosto, quarta-feira, dia do eclipse solar que há de chegar daqui a hora e meia. Quiçá, hoje, o céu esteja mais brilhante e em festa.
[Trago comigo - 5]
Uma Vida de Jesus
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
[Entre Margens]
Portugal, o Conselho de Segurança e as intermitências do direito internacional
Desde que Trump regressou ao poder, a já longa paralisia da Organização das Nações Unidas, há muito incapaz de decidir de acordo com a Carta, impôs um renovado interesse pelo que nesta se dispõe e aquilo a que obriga os Estados. E mesmo diplomacias confinadas à prática de formas menores do chamado soft power, como os membros não-permanentes recém-eleitos, deveriam pensar no assunto. [Texto de João Santos].
[Trago comigo - 6]
A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
[Entre Margens]
O humanismo de Marx e de Jesus
Hoje, invocar Karl Marx (1818-1883) não parece uma decisão acertada. Marx não está na moda, nem no circuito das passarelas políticas. Foi industriosamente suplantado pelos atuais opinion makers que se movimentam no interior do mundo capitalista. [Texto de Jorge Paulo].
Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico
Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano.
[Arquipélago Jerusalém]
Quem foi o Banqueiro Anarquista?
Fernando Pessoa escreveu o O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].
[Entre Margens]
Quando os sínodos são encomendas
Os sínodos, tantas vezes!, são organizados com intenções específicas, transformando-se em verdadeiras “encomendas” para abordar temas previamente definidos. Este fenómeno pode levar a uma orientação dos debates e decisões, por vezes limitando a espontaneidade e a liberdade de expressão dos participantes. [Texto de Joaquim Armindo].
Testemunho de Conceição Lopes
Eugénio Fonseca: humanidade, Evangelho e uma Igreja de portas abertas
Publica-se o testemunho pessoal de Conceição Lopes, amiga de infância de Eugénio Fonseca e a quem ela tratava carinhosamente por “Géninho”. Como ela escreve neste seu texto, tão pessoal e próximo, “Com a alma enrugada pela tua partida sem regresso, aqui estou, às seis da tarde deste dia 12 de agosto, quarta-feira, dia do eclipse solar que há de chegar daqui a hora e meia. Quiçá, hoje, o céu esteja mais brilhante e em festa.
[Trago comigo - 5]
Uma Vida de Jesus
Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.
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