Dossiês
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Cáritas confirma
Francisco pediu e será cumprido: Papamóvel torna-se miniclínica para as crianças de Gaza
Foi um dos últimos pedidos de Francisco antes de morrer: que o Papamóvel que habitualmente usava para se deslocar entre a multidão fosse transformado num pequeno posto médico para servir as crianças em Gaza. O Papa transmitiu a sua vontade diretamente à Cáritas Jerusalém, e a instituição acaba de confirmar que o veículo já lhe foi entregue, estando a ser preparado para que esse desejo se cumpra.
Último dia na RD Congo
Francisco alerta bispos para o perigo do “carreirismo”
Antes de se despedir da República Democrática do Congo (RDC), o Papa visitou na manhã desta sexta-feira, 3 de fevereiro, a sede da Conferência Episcopal do Congo (CENCO), onde se encontrou com os bispos do país. No seu discurso, desafiou-os a serem uma “voz profética” em defesa do “povo crucificado e oprimido”, e alertou-os para a tentação de “ver no episcopado a possibilidade de escalar posições sociais e exercer o poder”.
Terceiro dia na RD Congo
Francisco aos jovens: “Das vossas mãos pode vir o que falta a este país”
Mais de 80 mil jovens e catequistas provenientes de todas as partes da República Democrática do Congo (RDC) encheram o estádio dos Mártires, o maior do país, na manhã desta quinta-feira, 2 de fevereiro, para o muito aguardado encontro com o Papa.
Encontro com consagrados
Papa pede aos padres que não se sirvam da sua função para “satisfazer carências”
Depois de ter passado a manhã com mais de 80 mil jovens e catequistas, o Papa encontrou-se na tarde desta quinta-feira, 2 de fevereiro, com cerca de 1.200 padres, diáconos, consagrados e seminaristas, na Catedral de Kinshasa. Naquele que foi o terceiro dia da sua viagem apostólica à República Democrática do Congo (RDC), véspera de rumar ao Sudão do Sul, Francisco alertou que o sacerdócio ou qualquer forma de vida consagrada não podem ser vistos como um meio para “satisfazer carências e comodidades” ou para adquirir uma melhor “posição social”.
Encontro com instituições solidárias
São precisas obras de caridade “sustentáveis e duradouras, não simplesmente assistencialistas”
O segundo dia do Papa na República Democrática do Congo (RDC) terminou com um encontro com representantes de organizações caritativas no país. Agradeceu-lhes e elogiou o seu trabalho de "promoção contra a exploração", mas também lhes deixou um pedido: que as...
Papa escutou testemunhos
“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”
“Bunia, Beni-Butembo, Goma, Masisi, Rutshuru, Bukavu, Uvira… são lugares que os meios de comunicação internacionais quase nunca mencionam”, mas que Francisco fez questão de nomear na tarde desta quarta-feira, 1 de fevereiro. Fê-lo durante um encontro com vítimas de violência oriundas precisamente de alguns desses locais, que ficam no leste da República Democrática do Congo, região que tem sido alvo de atrocidades por parte de grupos armados. Depois de escutar os seus testemunhos dramáticos, confessou que não é fácil encontrar palavras.
Segundo dia na RD Congo
“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa
“Esengo – alegria!” Assim iniciou Francisco a sua homilia na missa da manhã desta quarta-feira, 1 de fevereiro, que decorreu no aeroporto Ndolo, em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC). E a mesma palavra descreve na perfeição o ambiente que se viveu do início ao fim da celebração. Um ambiente pleno de cor, música e dança, em que ressoou a mensagem do Papa: sim, a paz é possível, se escolhermos “romper a espiral da violência”.
Primeiro discurso do Papa em Kinshasa
“Tirem as mãos do Congo! Tirem as mãos de África”
“Tirem as mãos da República Democrática do Congo, tirem as mãos da África! Chega de sufocar a África!” O grito é do Papa Francisco que, no seu primeiro discurso depois de chegar à República Democrática do Congo (RDC), na tarde desta terça-feira, 31 de Janeiro, afirmou que África “não é uma mina para explorar, nem uma terra para saquear”.
40ª viagem apostólica
Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver
O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.
Último dia na RD Congo
Francisco alerta bispos para o perigo do “carreirismo”
Antes de se despedir da República Democrática do Congo (RDC), o Papa visitou na manhã desta sexta-feira, 3 de fevereiro, a sede da Conferência Episcopal do Congo (CENCO), onde se encontrou com os bispos do país. No seu discurso, desafiou-os a serem uma “voz profética” em defesa do “povo crucificado e oprimido”, e alertou-os para a tentação de “ver no episcopado a possibilidade de escalar posições sociais e exercer o poder”.
Terceiro dia na RD Congo
Francisco aos jovens: “Das vossas mãos pode vir o que falta a este país”
Mais de 80 mil jovens e catequistas provenientes de todas as partes da República Democrática do Congo (RDC) encheram o estádio dos Mártires, o maior do país, na manhã desta quinta-feira, 2 de fevereiro, para o muito aguardado encontro com o Papa.
Encontro com consagrados
Papa pede aos padres que não se sirvam da sua função para “satisfazer carências”
Depois de ter passado a manhã com mais de 80 mil jovens e catequistas, o Papa encontrou-se na tarde desta quinta-feira, 2 de fevereiro, com cerca de 1.200 padres, diáconos, consagrados e seminaristas, na Catedral de Kinshasa. Naquele que foi o terceiro dia da sua viagem apostólica à República Democrática do Congo (RDC), véspera de rumar ao Sudão do Sul, Francisco alertou que o sacerdócio ou qualquer forma de vida consagrada não podem ser vistos como um meio para “satisfazer carências e comodidades” ou para adquirir uma melhor “posição social”.
Encontro com instituições solidárias
São precisas obras de caridade “sustentáveis e duradouras, não simplesmente assistencialistas”
O segundo dia do Papa na República Democrática do Congo (RDC) terminou com um encontro com representantes de organizações caritativas no país. Agradeceu-lhes e elogiou o seu trabalho de "promoção contra a exploração", mas também lhes deixou um pedido: que as...
Papa escutou testemunhos
“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”
“Bunia, Beni-Butembo, Goma, Masisi, Rutshuru, Bukavu, Uvira… são lugares que os meios de comunicação internacionais quase nunca mencionam”, mas que Francisco fez questão de nomear na tarde desta quarta-feira, 1 de fevereiro. Fê-lo durante um encontro com vítimas de violência oriundas precisamente de alguns desses locais, que ficam no leste da República Democrática do Congo, região que tem sido alvo de atrocidades por parte de grupos armados. Depois de escutar os seus testemunhos dramáticos, confessou que não é fácil encontrar palavras.
Segundo dia na RD Congo
“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa
“Esengo – alegria!” Assim iniciou Francisco a sua homilia na missa da manhã desta quarta-feira, 1 de fevereiro, que decorreu no aeroporto Ndolo, em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC). E a mesma palavra descreve na perfeição o ambiente que se viveu do início ao fim da celebração. Um ambiente pleno de cor, música e dança, em que ressoou a mensagem do Papa: sim, a paz é possível, se escolhermos “romper a espiral da violência”.
Primeiro discurso do Papa em Kinshasa
“Tirem as mãos do Congo! Tirem as mãos de África”
“Tirem as mãos da República Democrática do Congo, tirem as mãos da África! Chega de sufocar a África!” O grito é do Papa Francisco que, no seu primeiro discurso depois de chegar à República Democrática do Congo (RDC), na tarde desta terça-feira, 31 de Janeiro, afirmou que África “não é uma mina para explorar, nem uma terra para saquear”.
40ª viagem apostólica
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O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.
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