AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Portugal é o terceiro país mais pacífico do Mundo

| 15/06/2019

Portugal é o terceiro país mais pacífico do Mundo

by | 15 Jun 19 | Breves, Últimas

O Índice Global de Paz de 2019, apresentado em Londres, considera Portugal o terceiro país mais pacifico em todo o Mundo, subindo do quarto lugar em que estava classificado no ano transacto e ficando apenas atrás da Islândia e da Nova Zelândia.

Elaborado anualmente pelo Instituto para a Economia e Paz, que avalia 163 nações, o relatório evidencia a Europa como o continente mais pacífico e, pelo contrário, as regiões do Médio Oriente e do Norte de África como as mais inseguras.

Pela primeira vez em cinco anos, o nível geral de paz no Mundo aumentou ligeiramente e 72 países reduziram a percentagem do PIB dedicada à defesa militar. O Afeganistão é agora o país menos pacífico, seguido da Síria. Os dez primeiros países da lista, por ordem são a Islândia, Nova Zelândia, Portugal, Áustria, Dinamarca, Canadá, Singapura, Eslovénia, Japão e República Checa. 

[related_posts_by_tax format=”thumbnails” image_size=”medium” posts_per_page=”3″ title=”Artigos relacionados” exclude_terms=”49,193,194″]

Temas:

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Faz o que o teu coração manda”

[Lugar (in)comum]

“Faz o que o teu coração manda” novidade

“Faz o que o teu coração manda”. Oferecida ou vendida através do cinema, da literatura, da autoajuda e dos gurus das redes sociais, a expressão promete liberdade. No entanto, pela irresponsabilidade que traz em si, atrevo-me a dizer que pode ser uma das expressões mais infantis e inconsequentes da cultura contemporânea. [Texto de Júlia Costa]

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.