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Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração

In Memoriam

Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração

Há vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].

O Grande Desequilíbrio (I)

[Arquipélago Jerusalém]

O Grande Desequilíbrio (I)

Vivemos um período histórico de interregno, daqueles que perturbam até os mais optimistas. Se prestarmos atenção às múltiplas crises que acometem o planeta — ambientais, pandémicas, bélicas e sociais — percebemos que as ameaças são convergentes e graves. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Quando é que deixámos de reparar?

[À Margem]

Quando é que deixámos de reparar?

“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

[Dicionário particular II]

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

Só que o problema da meritocracia como ideologia, ao contrário da meritocracia como aspiração, é que ela pressupõe igualdade na partida, o que não existe. Pressupõe que todos correm a mesma corrida, a partir da mesma linha, com os mesmos sapatos. E quando essa falsa premissa é aceite como verdade, a pobreza torna-se facilmente interpretada como fracasso pessoal: falta de esforço, de ambição, de responsabilidade. [Texto de Júlia Costa].

A corrupção está na essência do neoliberalismo

[Entre Margens]

A corrupção está na essência do neoliberalismo

Bernardo Pérez Andreo escreveu num artigo: “… é impossível falar de democracia dentro de um modelo político e económico neoliberal. Chegamos a este ponto porque a corrupção, ou seja, a destruição do bem comum para ganho privado, tem-se espalhado de forma constante nos últimos trinta anos, socializando-se num processo que leva à sua banalização. ” [Texto de Joaquim Armindo].

O Grande Desequilíbrio (I)

[Arquipélago Jerusalém]

O Grande Desequilíbrio (I)

Vivemos um período histórico de interregno, daqueles que perturbam até os mais optimistas. Se prestarmos atenção às múltiplas crises que acometem o planeta — ambientais, pandémicas, bélicas e sociais — percebemos que as ameaças são convergentes e graves. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Quando é que deixámos de reparar?

[À Margem]

Quando é que deixámos de reparar?

“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

[Dicionário particular II]

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

Só que o problema da meritocracia como ideologia, ao contrário da meritocracia como aspiração, é que ela pressupõe igualdade na partida, o que não existe. Pressupõe que todos correm a mesma corrida, a partir da mesma linha, com os mesmos sapatos. E quando essa falsa premissa é aceite como verdade, a pobreza torna-se facilmente interpretada como fracasso pessoal: falta de esforço, de ambição, de responsabilidade. [Texto de Júlia Costa].

A corrupção está na essência do neoliberalismo

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A corrupção está na essência do neoliberalismo

Bernardo Pérez Andreo escreveu num artigo: “… é impossível falar de democracia dentro de um modelo político e económico neoliberal. Chegamos a este ponto porque a corrupção, ou seja, a destruição do bem comum para ganho privado, tem-se espalhado de forma constante nos últimos trinta anos, socializando-se num processo que leva à sua banalização. ” [Texto de Joaquim Armindo].

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