Nada como ser gráfico, para que nos restem muitas dúvidas sobre a justeza da forma como estamos a viver. Há dois mil anos, também o Nazareno precisou de procurar as palavras desenhando com o dedo no chão. O que desenhava ele diante do absurdo?
Nada como ser gráfico, para que nos restem muitas dúvidas sobre a justeza da forma como estamos a viver. Há dois mil anos, também o Nazareno precisou de procurar as palavras desenhando com o dedo no chão. O que desenhava ele diante do absurdo?
Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.
Nada como ser gráfico, para que nos restem muitas dúvidas sobre a justeza da forma como estamos a viver. Há dois mil anos, também o Nazareno precisou de procurar as palavras desenhando com o dedo no chão. O que desenhava ele diante do absurdo?
Se carregarmos os nossos pesos muito tempo, mais tarde ou mais cedo não seremos capazes de continuar, porque a carga vai-se tornando cada vez mais pesada. É preciso deixar o copo e descansar um pouco antes de o segurar novamente. Temos de deixar, periodicamente, a carga de lado. Isto alivia-nos e torna-nos capazes de continuar. Esta é a forma de aproveitar a vida.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
In Memoriam
Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração novidadeHá vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].
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