Judeus austríacos e europeus, o Papa Francisco, os bispos católicos da Áustria, o Conselho Mundial de Igrejas e instituições muçulmanas como a Universidade Al-Azhar. Todos são unânimes na condenação do terrorismo que voltou a matar, desta vez em Viena na segunda-feira à noite, mas também em lugares de que se fala menos como a Etiópia e o Afeganistão.






