Em fevereiro passado, a imagem correu mundo: uma mulher de hábito escuro, franzina, de joelhos, a enfrentar homens das Forças Armadas birmanesas, com armas, bastões e escudos. Agora, a frente de batalha da irmã Ann Rose Nu Tawng é outra: num centro de saúde, a auxiliar doentes com covid-19.





