É habitual pensarmos na reforma como um fim de carreira mas, embora me tenha aposentado, há quatro anos continuo ligada à vida académica e à investigação. As solicitações sucedem-se e o trabalho mantém-se quase ao mesmo ritmo. A diferença está na ausência de leccionação, o que me leva a pensar com saudade nas muitas aulas que dei e que constituíram momentos gratificantes na minha vida. Daí a minha discordância relativamente a Espinosa no que respeita à sua recusa em ser professor.





