AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

“Juntos por Cabo Delgado” é um grito e uma campanha de ajuda

A Diocese de Pemba, através da Cáritas local, lançou a campanha solidária “Juntos Por Cabo Delgado”, que pretende ser um grito de socorro do martirizado povo daquela província do Norte de Moçambique e, ao mesmo tempo, suscitar a solidariedade para com o sofrimento por que passa o povo de Cabo Delgado.

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

O PSD pediu esta segunda-feira, 13 de julho, ao Governo que apele à União Europeia para avançar urgentemente com uma “solução internacional que permita a Moçambique enfrentar os ataques terroristas em Cabo Delgado”, e também com  “missões de ajuda humanitária” para a região. Numa entrevista divulgada no mesmo dia pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o eurodeputado Paulo Rangel acusou a comunidade internacional de estar “ausente do problema” e defendeu uma intervenção militar “sob a égide das Nações Unidas”.

Moçambique: AIS lança campanha de emergência para ajudar cristãos de Cabo Delgado

Moçambique: AIS lança campanha de emergência para ajudar cristãos de Cabo Delgado

“O que aconteceu em 2014 no Iraque está a repetir-se agora em Moçambique. Pessoas decapitadas, igrejas e comunidades religiosas atacadas e vandalizadas, aldeias destruídas. (…) Cabo Delgado está sob ataque”, alerta a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que em resposta aos “inúmeros pedidos de socorro” que tem recebido lançou esta quarta-feira, 8 de julho, uma campanha de oração e de ajuda de emergência para a Igreja local.

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

Populações em fuga após novo ataque, no sábado, em Cabo Delgado

Desde a madrugada de sábado que grupos fortemente armados atacaram Mocímboa da Praia (Cabo Delgado, no Norte de Moçambique) causando o pânico e levando à fuga das populações, noticiou a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) neste domingo, citando a irmã Graça António Guitate, das Filhas do Imaculado Coração de Maria: “Sim, às 5 horas, eles atacaram a vila de Mocímboa da Praia.”

Moçambique: População de Cabo Delgado “aterrorizada” e em fuga

Moçambique: População de Cabo Delgado “aterrorizada” e em fuga

“As pessoas estão aterrorizadas e fogem das aldeias. Fogem da violência e da destruição que atinge a província nortenha de Cabo Delgado desde há vários meses.” O relato é do padre Arlain, missionário scalabriniano em Nampula (cerca de 300km a sul de Cabo Delgado), que descreve assim a cada vez mais preocupante situação naquela província do norte do país. Vem juntar-se aos “gritos de socorro” lançados pelo bispo de Pemba, e aos relatos de outros religiosos em missões na região.

“Juntos por Cabo Delgado” é um grito e uma campanha de ajuda

A Diocese de Pemba, através da Cáritas local, lançou a campanha solidária “Juntos Por Cabo Delgado”, que pretende ser um grito de socorro do martirizado povo daquela província do Norte de Moçambique e, ao mesmo tempo, suscitar a solidariedade para com o sofrimento por que passa o povo de Cabo Delgado.

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

O PSD pediu esta segunda-feira, 13 de julho, ao Governo que apele à União Europeia para avançar urgentemente com uma “solução internacional que permita a Moçambique enfrentar os ataques terroristas em Cabo Delgado”, e também com  “missões de ajuda humanitária” para a região. Numa entrevista divulgada no mesmo dia pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o eurodeputado Paulo Rangel acusou a comunidade internacional de estar “ausente do problema” e defendeu uma intervenção militar “sob a égide das Nações Unidas”.

Moçambique: AIS lança campanha de emergência para ajudar cristãos de Cabo Delgado

Moçambique: AIS lança campanha de emergência para ajudar cristãos de Cabo Delgado

“O que aconteceu em 2014 no Iraque está a repetir-se agora em Moçambique. Pessoas decapitadas, igrejas e comunidades religiosas atacadas e vandalizadas, aldeias destruídas. (…) Cabo Delgado está sob ataque”, alerta a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que em resposta aos “inúmeros pedidos de socorro” que tem recebido lançou esta quarta-feira, 8 de julho, uma campanha de oração e de ajuda de emergência para a Igreja local.

Cabo Delgado: PSD e Paulo Rangel pedem ajuda humanitária e intervenção militar internacional urgente

Populações em fuga após novo ataque, no sábado, em Cabo Delgado

Desde a madrugada de sábado que grupos fortemente armados atacaram Mocímboa da Praia (Cabo Delgado, no Norte de Moçambique) causando o pânico e levando à fuga das populações, noticiou a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) neste domingo, citando a irmã Graça António Guitate, das Filhas do Imaculado Coração de Maria: “Sim, às 5 horas, eles atacaram a vila de Mocímboa da Praia.”

Moçambique: População de Cabo Delgado “aterrorizada” e em fuga

Moçambique: População de Cabo Delgado “aterrorizada” e em fuga

“As pessoas estão aterrorizadas e fogem das aldeias. Fogem da violência e da destruição que atinge a província nortenha de Cabo Delgado desde há vários meses.” O relato é do padre Arlain, missionário scalabriniano em Nampula (cerca de 300km a sul de Cabo Delgado), que descreve assim a cada vez mais preocupante situação naquela província do norte do país. Vem juntar-se aos “gritos de socorro” lançados pelo bispo de Pemba, e aos relatos de outros religiosos em missões na região.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.