Muitos houve que se habituaram a considerar os Estados Unidos da América como um país precursor da defesa dos direitos das liberdades individuais. Hoje é altura de estarmos atentos a outras vozes e de admitir como justa a censura daqueles que aprenderam – muitas vezes com o exemplo americano – a amar a liberdade. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].





