As conferências episcopais da Coreia do Sul e do Equador manifestaram publicamente o seu “não” às intenções de descriminalizar a prática do aborto nos respetivos países. Na Coreia do Sul, está em causa “a total abolição das penas para os crimes ligados ao aborto” e no Equador todo um novo “Código Orgânico de Saúde”, que, além de liberalizar o aborto, aprova o uso de anticoncecionais por menores sem o consentimento dos pais, ou o recurso a barrigas de aluguer.





