Sem Bashar al-Assad, os curdos que vivem na Síria voltaram a poder celebrar sem medo o Naw-Ruz, festividade que coincide com o equinócio da Primavera e que para aquela que é a minoria étnica mais numerosa do país assinala o início do Ano Novo. E muitos outros grupos – árabes, siríacos, circassianos, turcomanos e armênios – juntam-se à festa, que simboliza também a resistência e a liberdade de um povo.





