É comum hoje criticar-se a celebração do Natal não somente pelo aspecto consumista, que adquiriu desde princípios do século passado (aspecto de resto criticado implacavelmente pela imensa maioria dos ministros cristãos, e mais decorrente duma mentalidade secularizada que propriamente da piedade cristã), como ainda pela sua própria data a 25 de Dezembro que, segundo dizem, é incorrecta historicamente e terá sido “usurpada” pelos cristãos a um qualquer culto pagão, com o propósito oportunista de tornar a Igreja dominante em todo o Império Romano.





