Chama-se Nuno Francisco, tem 44 anos, é casado, pai de dois filhos, professor primário, e também diácono, tendo-lhe sido entregue a orientação prática da comunidade de Odiáxere, na diocese do Algarve, com o apoio dos padres da Companhia de Jesus, responsáveis por aquela paróquia. Para o provincial dos Jesuítas, padre Miguel Almeida, esta opção “tenta responder à visão do concílio Vaticano II, que augurava uma Igreja mais participativa, com um papel ativo dos leigos, vistos não como simples destinatários.”
Diáconos não são “sacerdotes de segunda”
Ser diácono significa, como Filipe, o mártir Estevão ou Francisco de Assis – este que nunca quis ser ordenado presbítero –, partilhar a liberdade de Jesus com a Humanidade. Esta no seu todo, estrangulada por quem não respeita a dignidade humana, mas, também não respeita seres vivos, que no seu conjunto são chamados abióticos.
Um diácono na liderança prática de paróquia algarvia
Chama-se Nuno Francisco, tem 44 anos, é casado, pai de dois filhos, professor primário, e também diácono, tendo-lhe sido entregue a orientação prática da comunidade de Odiáxere, na diocese do Algarve, com o apoio dos padres da Companhia de Jesus, responsáveis por aquela paróquia. Para o provincial dos Jesuítas, padre Miguel Almeida, esta opção “tenta responder à visão do concílio Vaticano II, que augurava uma Igreja mais participativa, com um papel ativo dos leigos, vistos não como simples destinatários.”
Diáconos não são “sacerdotes de segunda”
Ser diácono significa, como Filipe, o mártir Estevão ou Francisco de Assis – este que nunca quis ser ordenado presbítero –, partilhar a liberdade de Jesus com a Humanidade. Esta no seu todo, estrangulada por quem não respeita a dignidade humana, mas, também não respeita seres vivos, que no seu conjunto são chamados abióticos.
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