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Um diácono na liderança prática de paróquia algarvia

Chama-se Nuno Francisco, tem 44 anos, é casado, pai de dois filhos, professor primário, e também diácono, tendo-lhe sido entregue a orientação prática da comunidade de Odiáxere, na diocese do Algarve, com o apoio dos padres da Companhia de Jesus, responsáveis por aquela paróquia. Para o provincial dos Jesuítas, padre Miguel Almeida, esta opção “tenta responder à visão do concílio Vaticano II, que augurava uma Igreja mais participativa, com um papel ativo dos leigos, vistos não como simples destinatários.”

Diáconos não são “sacerdotes de segunda”

Diáconos não são “sacerdotes de segunda”

Ser diácono significa, como Filipe, o mártir Estevão ou Francisco de Assis – este que nunca quis ser ordenado presbítero –, partilhar a liberdade de Jesus com a Humanidade. Esta no seu todo, estrangulada por quem não respeita a dignidade humana, mas, também não respeita seres vivos, que no seu conjunto são chamados abióticos.

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Chama-se Nuno Francisco, tem 44 anos, é casado, pai de dois filhos, professor primário, e também diácono, tendo-lhe sido entregue a orientação prática da comunidade de Odiáxere, na diocese do Algarve, com o apoio dos padres da Companhia de Jesus, responsáveis por aquela paróquia. Para o provincial dos Jesuítas, padre Miguel Almeida, esta opção “tenta responder à visão do concílio Vaticano II, que augurava uma Igreja mais participativa, com um papel ativo dos leigos, vistos não como simples destinatários.”

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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