“Passamos a vida a fugir da morte, no entanto, ela acompanha-nos desde o nosso primeiro dia de vida. Está ali, silenciosa, paciente e, obviamente, inevitável. não aprendemos a mencioná-la, e muito menos a compreendê‑la. E, quando chega a hora de acompanhar alguém em final de vida, percebemos que somos analfabetos emocionais.” [Texto de Júlia Costa]












