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Guerra Israel-Hamas causou a morte a 97 jornalistas

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Guerra Israel-Hamas causou a morte a 97 jornalistas

Pelo menos 97 jornalistas e profissionais de comunicação morreram devido ao conflito entre o governo de Israel e o Hamas, desde o passado dia 7 de outubro. Destes, 92 eram palestinianos, dois eram israelitas e três eram libaneses. Segundo o Comité para a Proteção dos Jornalistas, nas últimas três décadas, nenhuma outra guerra tirou a vida a tantos jornalistas em tão curto espaço de tempo.

Perder a guerra, ganhar a paz

Perder a guerra, ganhar a paz

Estaremos já adormecidos pelas guerras? E os crentes, onde andam? Aproximamo-nos das eleições para o Parlamento Europeu. Essa chamada à escolha democrática deveria provocar já, das igrejas cristãs e das restantes comunidades religiosas um papel mais interveniente.

Jesuítas sobre Gaza: “Não podemos ficar calados!”

Conflito traduz "ferida aberta", diz comunicado

Jesuítas sobre Gaza: “Não podemos ficar calados!”

“Quase seis meses de guerra em Gaza e as armas não se calaram. Nós, os membros da Companhia de Jesus (os Jesuítas), como tantos outros católicos, cristãos, homens e mulheres de todas as religiões e não crentes, recusamo-nos a ficar em silêncio”. Foi desta forma que a Companhia, ao nível global, veio a público, com uma posição tomada na passada sexta-feira, 29 de março, dia em que os cristãos assinalavam a paixão e morte de Jesus.

Por quem os sinos dobram

Por quem os sinos dobram

Nas férias da passagem de ano li Não Terão o Meu Ódio, o diário que Antoine Leiris escreveu nos dias que se seguiram ao ataque ao Bataclan [em Paris], onde perdeu a sua companheira. O quotidiano subitamente rasgado pela violência. As coisas simples: a hora do banho do filhinho, as papas que as mães de outras crianças do infantário preparavam para o bebé, os vestígios da existência da companheira no cheiro das coisas espalhadas pela casa, nos rituais. E em tudo, para sempre: a sua ausência. [Texto de Helena Araújo]

“O limiar que indica a prática do genocídio por Israel foi atingido”

Relatora especial das Nações Unidas conclui

“O limiar que indica a prática do genocídio por Israel foi atingido”

O dia 25 de março fica marcado por dois acontecimentos que acrescentam novas perspetivas na tragédia que atinge a Faixa de Gaza desde que, em 7 de outubro, o Hamas atacou Israel e este respondeu com bombardeamentos massivos sobre os palestinianos: a aprovação de uma resolução que exige às autoridades israelitas um cessar-fogo imediato e a divulgação do relatório “Anatomia de um Genocídio”.

“Temos alimentos às portas de Gaza e as crianças estão a morrer à fome”

Denúncia “desesperada” da Unicef

“Temos alimentos às portas de Gaza e as crianças estão a morrer à fome”

No momento em que Israel aprova um plano para atacar a cidade de Rafah, no sul da Faixa Gaza, onde se aglomera perto de 1,5 milhão de pessoas, a UNICEF alerta que a escalada das hostilidades já está a ter “um impacto catastrófico” nas crianças e nas famílias. Num comunicado divulgado esta sexta-feira, aquela organização das Nações Unidas afirma que “as crianças estão a morrer a um ritmo alarmante – milhares de pessoas foram mortas e milhares ficaram feridas”.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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