Somente um verdadeiro diálogo aberto, salutar e de proximidade entre as igrejas e as novas gerações, poderá estancar esse êxodo cada vez mais significativo de jovens que estão quebrando os seus laços com a Igreja, enquanto religião institucionalizada. Se esse diálogo for infrutífero, a vida espiritual destas novas gerações, encontrará significado noutras formas de religiosidade, muitas delas de cariz pessoal, individual, algo completamente estranho à unidade e comunhão que o Senhor da Igreja deseja que os seus filhos tenham consigo e uns com os outros.





