A primeira ideia que me assalta sempre que assisto ao desconsiderar da História enquanto disciplina e ciência, é o facto de tal traduzir a rejeição, mesmo se não pretendida, do dever de memória sobre a história vivida.
A primeira ideia que me assalta sempre que assisto ao desconsiderar da História enquanto disciplina e ciência, é o facto de tal traduzir a rejeição, mesmo se não pretendida, do dever de memória sobre a história vivida.
A propósito de “Moinho da Memória” (ed. Paulus), de Carlos A. Moreira Azevedo: Este livro, que traduz o “processo de fazer da história” referido na introdução e traduzido no título, ajuda a ganhar consciência do reino de Deus como utopia que deve ser “actuada”, concretizada.
Estando o tema da Reforma da Igreja Católica, mais uma vez, na ordem do dia é de particular pertinência evocar a voz e o percurso de uma figura maior do universo religioso português do século XV e do diálogo luso-italiano que teve lugar nesta centúria: D. Gomes Eanes, tradicionalmente conhecido como o Abade de Florença. A sua voz ressoa em centenas de registos exemplificativos da abertura de Portugal às correntes reformistas e de observância que então percorriam a Cristandade.
A primeira ideia que me assalta sempre que assisto ao desconsiderar da História enquanto disciplina e ciência, é o facto de tal traduzir a rejeição, mesmo se não pretendida, do dever de memória sobre a história vivida.
A propósito de “Moinho da Memória” (ed. Paulus), de Carlos A. Moreira Azevedo: Este livro, que traduz o “processo de fazer da história” referido na introdução e traduzido no título, ajuda a ganhar consciência do reino de Deus como utopia que deve ser “actuada”, concretizada.
Estando o tema da Reforma da Igreja Católica, mais uma vez, na ordem do dia é de particular pertinência evocar a voz e o percurso de uma figura maior do universo religioso português do século XV e do diálogo luso-italiano que teve lugar nesta centúria: D. Gomes Eanes, tradicionalmente conhecido como o Abade de Florença. A sua voz ressoa em centenas de registos exemplificativos da abertura de Portugal às correntes reformistas e de observância que então percorriam a Cristandade.
[Entre Margens]
Padre Telmo Ferraz: a sua universidade foi o EvangelhoO padre Telmo Ferraz [da Obra da Rua/Casa do Gaiato] nasceu na aldeia de Bruçó, Mogadouro. Pertencia à Diocese de Bragança e Miranda. Ordenou-se em 1951. Foi pároco em algumas paróquias da diocese, trabalhando na Barragem do Picote, onde desenvolveu uma pastoral humanitária junto dos operários.
[Olhar de teóloga]
Tinha 73 anosDecidi que, sempre que, infelizmente, escrever sobre o suicídio de um padre, vou intitular o artigo com a idade daquele que não encontrou outra saída.
Bernard Card, da diocese de Dijon, em França, suicidou-se na casa paroquial. Ao que parece, era um padre activo, envolvido em várias atividades diocesanas e de trato fácil e próximo. [Texto de Cristina Inogés Sanz]
[Metáforas vivas]
Ide às encruzilhadas dos caminhosEste texto corresponde à homilia de domingo, 11 de outubro, [domingo xxviii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre o quadro e o mundo (32)]
Menos grelhas para preencher, mais pensamento em conjunto? O desafio da colaboração nas escolasTer reuniões marcadas, tempo reservado nos horários e instrumentos para registar o trabalho conjunto não significa necessariamente que exista colaboração entre professores. No novo episódio do podcast “Entre o Quadro e o Mundo”, Luís Francisco Marques questiona uma escola cada vez mais capaz de organizar e medir o que é feito por todos, mas nem sempre capaz de criar uma cultura em que os professores pensem verdadeiramente em conjunto.
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