A meritocracia leva a uma ética do sucesso que corrói a coesão social e o empenho pelo bem comum. Leva a pensar que quem tem sucesso, económico ou de outro tipo, recebe uma justa recompensa pelo seu trabalho, esforço e criatividade e que quem não tem sucesso sofre as consequências das suas faltas de empenho e diligência. Compreende-se que desta forma se aceitem as desigualdades de rendimentos e de reconhecimento social e a coexistência de dois mundos paralelos que não formam uma verdadeira comunidade.





