O bispo francês Jacques Gaillot, cujas posições provocaram dores de cabeça a ministros da época e ao próprio Papa João Paulo II e ao Vaticano, conhecido pela sua abertura em relação a matérias disciplinares e de doutrina moral, bem como pelo seu apoio a pessoas sem-abrigo, imigrantes ou homossexuais, por exemplo, morreu esta quarta-feira, 12 de Abril, em Paris, na sequência de um cancro fulminante. Tinha 87 anos.






