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Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Todos, tu e eu, fomos chamados: Levantemo-nos!

Este texto não tem uma espinha dorsal. É um daqueles que pretende espelhar a alegria de viver a fé e a esperança que senti, ao assistir e ouvir excertos de notícias sobre a visita do Papa Francisco a Lisboa, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Agosto de 2023. Recordei-me da minha ida à Taizé (Comunidade de fé em França), num mesmo mês, há 16 anos.

JMJ: dez notas ao cair do pano

Editorial - do medo ao sonho

JMJ: dez notas ao cair do pano

No fecho de uma intensa semana de surpresas, descobertas, gestos e, sobretudo, muitas emoções, há que dar tempo para assimilar tudo o que aconteceu. Mas pode-se já alinhavar algumas reflexões, notas conclusivas e, igualmente, interrogações, sob a forma de palavras-chave.

Sejam “surfistas do amor”!

Papa regressou a Roma e fez avaliação dupla sobre abusos

Sejam “surfistas do amor”!

O Papa Francisco despediu-se dos voluntários da Jornada Mundial da Juventude e da própria JMJ Lisboa 2023 com uma curta incursão nas ondas da Nazaré: “Como muitos de nós sabemos, a norte de Lisboa existe uma vila, a Nazaré, onde se podem admirar ondas que chegam a atingir trinta metros de altura e que são uma atração mundial, especialmente para os surfistas que as desafiam”, afirmou.

2027, vemo-nos em Seul

Sede da próxima JMJ

2027, vemo-nos em Seul

Hong Minji, 28 anos, sul-coreana de Seul, quer que os jovens do mundo inteiro vão experimentar a cultura e a paixão do seu país, daqui a quatro anos: pouco depois do final da missa de envio da JMJ de Lisboa, o Papa Francisco anunciou que Seul acolherá a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2027.

No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A diversidade que encheu a JMJ

No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A sessão com Walter Baier, promovida pela Dialop – Rede de diálogo entre cristãos e marxistas impulsionada pelo Papa Francisco – foi uma das múltiplas iniciativas que, durante esta semana de JMJ, encheu Lisboa de debates, concertos, encontros, orações, exposições. Mas, provavelmente, foi a música que ficou a ganhar na lista incontável de iniciativas do Festival da Juventude na JMJ.

Falta de caril e mais um bocadinho

Moçambicanos de Pemba

Falta de caril e mais um bocadinho

  Foi na passada segunda-feira, 31 de julho, que me encontrei com quatro jovens de Cabo Delgado, Moçambique, parte de um grupo de seis que veio desde lá para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa. Veio connosco uma amiga, a Andreia, que foi quem...

“O que levamos connosco de Lisboa, casa da fraternidade?”

Francisco na missa de envio

“O que levamos connosco de Lisboa, casa da fraternidade?”

Não há memória de, no Festival de Woodstock – que tantos compararam por estes dias à Jornada Mundial da Juventude – os jovens terem despertado tão cedo, nem tão entusiasmados. É certo que a atuação do padre e DJ Guilherme – que começou pouco depois de os primeiros raios de sol pintarem com uma luz única o Campo da Graça, em Lisboa – ajudou. Mas o principal motivo por trás dos milhares de olhos, brilhantes de alegria e expetativa, era outro: o Papa chegaria dentro de pouco tempo, e pelas movimentações no descampado a perder de vista, todos – até os muitos que tinham ficado do outro lado do rio Trancão – iriam ter oportunidade de vê-lo.

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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