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‘s’ de sororidade – de mulher para irmã!

[Dicionário particular III]

‘s’ de sororidade – de mulher para irmã!

Um destes dias, duas mulheres comentavam uma notícia sobre um caso de violência doméstica – em Portugal, a história repete-se quase 30 mil vezes por ano nas esquadras, com as mulheres a representarem mais de 75% das vítimas – e o veredicto da mesa foi rápido: “Mas se ela sabia com quem se tinha metido, demorou dez anos a fazer a mala porquê?”. [Texto de Júlia Costa].

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

[Dicionário particular III]

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

Deixem-me apresentar-vos o trio mais perigoso da atualidade. Não são ministros, nem influencers, e também não são aqueles comentadores que aparecem sempre à mesma hora nos canais do costume, são três letras: R, R e R. De Razão, Retórica e Redes. Não são exatamente os três mosqueteiros, são talvez os três cavaleiros do apocalipse na discussão pública. [Texto de Júlia Costa]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

[Dicionário particular III]

‘q’ de querido – Querido Papa Leão…

Querido Papa Leão, Escrevo‑lhe devagar. Vou pousando as palavras no colo antes de as entregar ao teclado. Tenho acompanhado as suas viagens em silêncio, como quem segue alguém que ainda se está a aprender a conhecer. E, sem dar por isso, sem ruído, foi nascendo em mim a surpresa. [Texto de Júlia Costa].

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

[Dicionário particular II]

‘p’ de pobre – Oportunidade Social Única

Só que o problema da meritocracia como ideologia, ao contrário da meritocracia como aspiração, é que ela pressupõe igualdade na partida, o que não existe. Pressupõe que todos correm a mesma corrida, a partir da mesma linha, com os mesmos sapatos. E quando essa falsa premissa é aceite como verdade, a pobreza torna-se facilmente interpretada como fracasso pessoal: falta de esforço, de ambição, de responsabilidade. [Texto de Júlia Costa].

‘o’ de óbito – shhh… vamos falar de morrer

[Dicionário particular III]

‘o’ de óbito – shhh… vamos falar de morrer

“Passamos a vida a fugir da morte, no entanto, ela acompanha-nos desde o nosso primeiro dia de vida. Está ali, silenciosa, paciente e, obviamente, inevitável. não aprendemos a mencioná-la, e muito menos a compreendê‑la. E, quando chega a hora de acompanhar alguém em final de vida, percebemos que somos analfabetos emocionais.” [Texto de Júlia Costa]

‘s’ de sororidade – de mulher para irmã!

[Dicionário particular III]

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Um destes dias, duas mulheres comentavam uma notícia sobre um caso de violência doméstica – em Portugal, a história repete-se quase 30 mil vezes por ano nas esquadras, com as mulheres a representarem mais de 75% das vítimas – e o veredicto da mesa foi rápido: “Mas se ela sabia com quem se tinha metido, demorou dez anos a fazer a mala porquê?”. [Texto de Júlia Costa].

‘r’ de razão, de retórica, de redes: uma tragédia anunciada

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Deixem-me apresentar-vos o trio mais perigoso da atualidade. Não são ministros, nem influencers, e também não são aqueles comentadores que aparecem sempre à mesma hora nos canais do costume, são três letras: R, R e R. De Razão, Retórica e Redes. Não são exatamente os três mosqueteiros, são talvez os três cavaleiros do apocalipse na discussão pública. [Texto de Júlia Costa]

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Últimas Notícias

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

“Estás tão bem para a idade!” novidade

“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

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A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

Peregrinação de férias pela Euro-Ásia

[Entre Margens]

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Valeu como um retiro de oração, reflexão, celebrações eucarísticas diárias em lugares cristãos. O que mais me motivou foi poder visitar Tarso, cidade natal de São Paulo, e Niceia (Iznik) onde em 325 se realizou o primeiro concílio da Igreja com mais de 300 bispos do mundo cristão. [Texto de Aires Gameiro].

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