“Tenho em mãos ‘Os Cúmplices de Hitler’, um livro de Richard J. Evans. E desde que iniciei a sua leitura que me deparo com factos e informações que me soam inquietantemente familiares…” – Uma nova entrada do Dicionário Particular de Júlia Costa
[Dicionário particular III]
‘l’ de livro – aquele que estou a ler“Tenho em mãos ‘Os Cúmplices de Hitler’, um livro de Richard J. Evans. E desde que iniciei a sua leitura que me deparo com factos e informações que me soam inquietantemente familiares…” – Uma nova entrada do Dicionário Particular de Júlia Costa
[Dicionário particular II]
‘j’ de jovem – Não são só eles, somos nós!“Ser jovem é, muitas vezes, tentar construir novo com tijolos velhos. Os jovens crescem rodeados por discursos de igualdade, mas são educados por adultos que não souberam – ou não quiseram – desmontar o machismo subtil que sempre pairou nas conversas de família, nos comentários de café e nas piadas ‘inofensivas’.” – Uma nova entrada do Dicionário Particular de Júlia Costa
[Dicionário particular II]
‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João TordoInventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘h’ de herói – Ecce HomoOs heróis, hoje em dia, aparecem em discursos inflamados, em fotografias de guerra, algumas delas cuidadosamente encenadas. Também surgem em campanhas políticas, prometem salvar o mundo enquanto o empurram para um abismo. Vivemos rodeados de heróis de plástico e, por isso, a palavra “herói” tornou‑se tão leve que parece flutuar. [Crónica de Júlia Costa]
[Dicionário particular II]
‘g’ de grito – num Mundo que espera a LuzEstamos em plena Semana Santa, para a Igreja católica a “Semana Maior”. Não por ter mais dias, mas porque concentra em si a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus. É uma semana em que se condessam amor, traição, medo e esperança, num grito que atravessa os séculos. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘f’ de feminismo — o problema nunca foi a Mulher“Há quem veja o feminismo como exagero, como ameaça, como moda. Há quem prefira ridicularizar em vez de tentar compreender. E há quem, simplesmente, se sinta desconfortável com a ideia de que o mundo pode – e deve – mudar para ser mais justo, defendendo que o feminismo já cumpriu a sua função. Será?” – A reflexão de Júlia Costa
[Dicionário particular III]
‘e’ de esmola — uma revelação perante a cegueira socialA esmola não é um ato de controlo, não é decidir pelo outro. Não é moldar a necessidade alheia à nossa medida. É dar – simplesmente dar – permitindo que o outro faça daquilo que recebe o uso que entender, porque a dignidade passa sempre pela liberdade. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘d’ de divórcio: que não se separe o Homem do Deus a quem está unido“Quando o amor se esgota, quando já não há caminho comum, quando o projeto se desfaz, nestes casos, Deus abandona-nos ou permanece, silencioso, no meio das nossas ruínas, lembrando-nos que o amor humano pode falhar, mas o d’Ele não?” – A reflexão de Júlia Costa, em mais uma entrada do seu Dicionário Particular.
[Dicionário particular III]
‘l’ de livro – aquele que estou a ler“Tenho em mãos ‘Os Cúmplices de Hitler’, um livro de Richard J. Evans. E desde que iniciei a sua leitura que me deparo com factos e informações que me soam inquietantemente familiares…” – Uma nova entrada do Dicionário Particular de Júlia Costa
[Dicionário particular II]
‘j’ de jovem – Não são só eles, somos nós!“Ser jovem é, muitas vezes, tentar construir novo com tijolos velhos. Os jovens crescem rodeados por discursos de igualdade, mas são educados por adultos que não souberam – ou não quiseram – desmontar o machismo subtil que sempre pairou nas conversas de família, nos comentários de café e nas piadas ‘inofensivas’.” – Uma nova entrada do Dicionário Particular de Júlia Costa
[Dicionário particular II]
‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João TordoInventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘h’ de herói – Ecce HomoOs heróis, hoje em dia, aparecem em discursos inflamados, em fotografias de guerra, algumas delas cuidadosamente encenadas. Também surgem em campanhas políticas, prometem salvar o mundo enquanto o empurram para um abismo. Vivemos rodeados de heróis de plástico e, por isso, a palavra “herói” tornou‑se tão leve que parece flutuar. [Crónica de Júlia Costa]
[Dicionário particular II]
‘g’ de grito – num Mundo que espera a LuzEstamos em plena Semana Santa, para a Igreja católica a “Semana Maior”. Não por ter mais dias, mas porque concentra em si a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus. É uma semana em que se condessam amor, traição, medo e esperança, num grito que atravessa os séculos. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘f’ de feminismo — o problema nunca foi a Mulher“Há quem veja o feminismo como exagero, como ameaça, como moda. Há quem prefira ridicularizar em vez de tentar compreender. E há quem, simplesmente, se sinta desconfortável com a ideia de que o mundo pode – e deve – mudar para ser mais justo, defendendo que o feminismo já cumpriu a sua função. Será?” – A reflexão de Júlia Costa
[Dicionário particular III]
‘e’ de esmola — uma revelação perante a cegueira socialA esmola não é um ato de controlo, não é decidir pelo outro. Não é moldar a necessidade alheia à nossa medida. É dar – simplesmente dar – permitindo que o outro faça daquilo que recebe o uso que entender, porque a dignidade passa sempre pela liberdade. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular III]
‘d’ de divórcio: que não se separe o Homem do Deus a quem está unido“Quando o amor se esgota, quando já não há caminho comum, quando o projeto se desfaz, nestes casos, Deus abandona-nos ou permanece, silencioso, no meio das nossas ruínas, lembrando-nos que o amor humano pode falhar, mas o d’Ele não?” – A reflexão de Júlia Costa, em mais uma entrada do seu Dicionário Particular.
[Lugar (in)comum]
“Estás tão bem para a idade!” novidade“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]
António Guterres
Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder novidadeA guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.
[Entre Margens]
Peregrinação de férias pela Euro-Ásia novidadeValeu como um retiro de oração, reflexão, celebrações eucarísticas diárias em lugares cristãos. O que mais me motivou foi poder visitar Tarso, cidade natal de São Paulo, e Niceia (Iznik) onde em 325 se realizou o primeiro concílio da Igreja com mais de 300 bispos do mundo cristão. [Texto de Aires Gameiro].
Rede internacional
Padres Contra o Genocídio levam a Roma os nomes de 300 crianças mortasCerca de 100 padres vão reunir-se esta terça-feira, 22 de setembro, em Roma, para mais uma jornada de oração e uma marcha promovidas pela rede internacional Padres Contra o Genocídio. Os participantes levarão consigo um grande pano branco com os nomes de 300 crianças palestinianas e libanesas que, segundo os organizadores, foram mortas desde a declaração dos dois “cessar-fogos”.
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