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Facilitar o acesso a um riquíssimo património de humanidade

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Quis o Grupo de Trabalho para o Diálogo Inter-Religioso (GTDIR), promovido e coordenado pela AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo), prestar homenagem ao Doutor José Vera Jardim e ao Juiz Conselheiro José de Sousa e Brito, por ocasião do 23.º aniversário da Lei da Liberdade Religiosa. [Texto do Padre Peter Stilwell]

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

7MARGENS/Antena 1

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

No Museu Diocesano de Santarém

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

Poderá haver quem fique chocado com algumas das peças e instalações que integram a exposição “LIBERDADE GARANTIDA” (escrito assim mesmo, em letras garrafais), que é inaugurada este sábado, 20 de abril, no Museu Diocesano de Santarém. Mas talvez isso até seja positivo, diz o autor, Miguel Cardoso. Porque esta exposição “é uma chamada de atenção, um grito de alerta e de revolta que gostaria que se tornasse num agitar de consciências para a duríssima realidade da perseguição religiosa”, explica. Aqueles que se sentirem preparados, ou simplesmente curiosos, podem visitá-la até ao final do ano.

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Quis o Grupo de Trabalho para o Diálogo Inter-Religioso (GTDIR), promovido e coordenado pela AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo), prestar homenagem ao Doutor José Vera Jardim e ao Juiz Conselheiro José de Sousa e Brito, por ocasião do 23.º aniversário da Lei da Liberdade Religiosa. [Texto do Padre Peter Stilwell]

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A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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