Num impulso de limpeza e arrumação em casa, deparei-me, no fundo de uma prateleira, com um livrinho muito pequenino e amarelecido do Padre Mário de Oliveira (1937-2022), “ Maria de Nazaré”, que tinha sido adquirido pelo meu namorado e depois marido, pelos anos 70. [Texto de Maria Aldina Brás].












